quinta-feira, 30 de março de 2017

VIDEO: Detienen a un 'niño suicida' de 7 años que llevaba artefactos explosivos bajo su camiseta

El niño de unos 7 años de edad habría sido instruido por los extremistas del Estado Islámico para dirigirse hacia el lugar donde se encontraban soldados del Ejército iraquí.

Captura de pantalla
El Ejército iraquí ha dado a conocer un impresionante video en el que se observa a un soldado desarmando a un 'niño suicida' que llevaba material explosivo bajo una camiseta del equipo de fútbol inglés Chelsea, informan medios británicos. El niño, de unos 7 años, fue detenido en la ciudad iraquí de Mosul, donde la coalición internacional lleva a cabo una dura batalla para liberarla del Estado Islámico. El menor se encontraba entre una multitud que intentaba escapar de una zona controlada por los extremistas. El niño aseguró que fue enviado por un combatiente del Estado Islámico con instrucciones precisas de acercarse a miembros del Ejército iraquí.
En el video se observa cómo el soldado iraquí ayuda al menor a quitarse la camiseta y desabrocha el cinturón explosivo pegado a su cuerpo, junto a un teléfono móvil y varias baterías. Durante varios minutos, el hombre desconecta los cables conectados al artefacto y retira el dispositivo, mientras repite al niño que se mantenga tranquilo.
Más de 600.000 civiles aún permanecen atrapados en el sector occidental de Mosul, donde se libra una intensa batalla entre el Ejército iraquí y el Estado Islámico, que utiliza a los civiles como escudo humano. Desde que comenzó la operación para liberar a esta ciudad, más de 255.000 personas han sido desplazadas y unos 750 civiles han fallecido o han resultado heridos durante los ataques.

Fuente: https://actualidad.rt.com



quarta-feira, 22 de março de 2017

Reich This Way

Multiple news outlets reported that ISIS militants killed 38 children who were disabled or had Down syndrome, but the claim was not verified




CLAIM

Islamic State (ISIS) militants have killed at least 38 babies and children with disabilities or Down syndrome.

RATING


ORIGIN
On 14 December 2015 Fox News published an article titled “ISIS killing babies with Down syndrome, activists claim.”  The site, noting that “ information and [a] video have not been confirmed,” reported:

ISIS militants have reportedly authorized the terror group’s members to kill newborn babies with Down syndrome, as well as other disabled children, Iraqi activists claimed on Sunday. 

According to the group known as Mosul Eye, 38 babies have already been killed since the religious decree was issued … The babies were suffocated or given lethal injections, according to Mosul Eye.

Britain’s Daily Mail published a 14 December 2015 article titled “How much more depraved can ISIS get? Group’s Sharia judges order children with Down’s syndrome and other disabilities to be killed in chilling echo of the Nazis”:
That article maintained:



ISIS have issued a fatwa which orders children with Down’s syndrome and other disabilities to be killed in a chilling echo to the workings of the Nazis, it is claimed. Sharia judges have apparently ruled that ISIS followers are authorised to ‘kill newborn babies with Down’s Syndrome or congenital deformities and disabled children’ in their latest sickening act.

In the absence of credible information, the site turned to internet commenters to flesh out its reporting:

Responding to Mosul Eye’s statement about ISIS possibly using similar methods to those in the Nazi era, hundreds replied to condemn their barbaric actions. One user described ISIS as ‘worse than the Nazis’, adding: ‘I have just shed tears for these babies. I have two children with special needs, my heart is breaking. Another said: ‘OMG, i see so much similarities with nazi Germany,’ while another person commented: ‘What danger do these poor babies impose on isil?!’

Although Daily Mail used “apparently” and “it is claimed” to buttress its reporting, the outlet didn’t emphasize that the information was gleaned from a single blogger’s Facebook post. Fox News and multiple concurrent reports cited a group called “Mosul Eye” as the source for the unverified claims. The original 13 December 2015 post and video (embedded below) claimed:

Exclusive – Mosul Eye #IAmDisabledTheCaliphWillKillMe ISIL issues “Fatwa” to exterminate children with Down’s Syndrome Through monitoring and following the death incidents of children with Down’s Syndrome and congenital deformities, we were able to learn that the Shar’i Board of ISIL issued an “Oral Fatwa” to its members authorizing them to “kill newborn babies with Down’s Syndrome and congenital deformities and disabled children”. The Fatwa was issued by one of ISIL’s Shar’i judges, a Saudi judge named ” Abu Said Aljazrawi”. The information indicate that most of the children born with Down’s Syndrome are those of foreign fighters who married Iraqi, Syrian and Asian women. We recorded more than 38 confirmed cases of killing babies with congenital deformities and Down’s Syndrome, aged between one week to three months. They were killed by either lethel injection or suffocation. Some of those killings took place in Syria and Mosul. This displaced child from Mosul, ISIL issues a Fatwa to kill him. As if it is not enough for ISIL to kill men, women and the elderly, and now, they kill children #IAmDisabledTheCaliphWillKillMe #ISILSchools #WeDoNotWantToBeLeftAlone #TheCaliphDoesNotFeelCold

video

Mosul Eye appeared to be the sole source of the claims that ISIS militants killed 38 disabled children, and the appended video simply depicted two children, neither of whom appeared to be killed or harmed for the duration of the footage. Additionally, neither child depicted in the video appeared to have Down syndrome.

While the claim that ISIS was killing disabled children and children with Down syndrome appeared in multiple international news reports, no one was able to substantiate the rumors. Iterations commonly reported that 38 children had thus far been killed by “lethal injection” or “suffocation,” but no information about the dozens of children purportedly killed was included in any report. Moreover, an attached video simply depicted two children (one of whom appeared to be disabled, and was using a wheelchair), neither of whom was harmed or killed in the clip.
url: http://www.snopes.com/isis-killing-babies-syndrome/

quinta-feira, 9 de março de 2017

“Brasileiro da SWAT” é acusado de farsa

Foto: reprodução

Publicado em 9 de março de 2017


Se você não conhece Marcos do Val, “O Brasileiro na SWAT”, provavelmente algum amigo seu “curte” a página dele no Facebook. Com quase 4 milhões de seguidores, Do Val tornou-se autoridade nos últimos anos em relação a segurança pública e táticas de defesa e mostra constantemente a rotina de treinos da SWAT.
Só que ao contrário da impressão passada pelas imagens dele usando uniformes da SWAT, armado e ao lado de policiais americanos, o próprio Do Val afirma não ser nem policial nem membro da SWAT, mas um instrutor de técnicas de imobilizações táticas da SWAT através da companhia que fundou, CATI- International Police Training, desde 2000, e membro honorário da SWAT de Beaumont, no Texas – o que quer dizer ele recebeu o título sem precisar preencher os requisitos para o cargo. Ele também é mestre 2º Grau em Aikido, diplomado e credenciado pela International Aikido Federation, situada no Japão, e foi militar do exército brasileiro no 38o Batalhão de Infantaria, de acordo com descrição em seu site.
Seu site lista também que foi instrutor de instituições como US Army, Navy Seals, Vaticano, operações especiais da NASA (Marshall Space Flight Center), e que fora chamado com urgência após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 para treinar os soldados americanos que foram lutar na guerra do Afeganistão e Iraque.
Nos últimos meses, um grupo formado por brasileiros nos EUA e no Brasil ligado ao mundo tático, ao US Army, à polícia e mesmo residentes na Europa, resolveu desvendar a imagem passada por Do Val. Para o grupo, Do Val se aproveita de sua posição como instrutor na SWAT para se promover no Brasil com a venda de cursos e palestras.
O confronto tem se dado na maior parte das vezes online, via redes sociais, e em grupos do aplicativo WhatsApp, com trocas de acusações, compartilhamento de vídeos, denúncias de difamação e supostas ameaças.
Para eles, a imagem passada por Do Val é de que ele faz parte da polícia americana, algo que ele teria afirmado em situações no passado, uma delas registrada em vídeo.
O brasileiro e cidadão americano Lincoln Batista, de 29 anos, membro do US Army e que atualmente está servindo na infantaria do exército no Afeganistão, foi um dos que começou a “briga”. Para ele, o brasileiro está usando o nome da SWAT para se promover no Brasil. “A SWAT é uma instituição que conta com os melhores policiais que são os que dão o crédito à instituição. Mas, uma pessoa que foi contratada para dar aula de imobilização sair falando que é membro da SWAT, tirar fotos mostrando ‘police’ no uniforme e sem passar uma imagem clara do que realmente ele faz para a população é uma vergonha”, disse Batista. “Ele é instrutor de imobilização, mas não um membro da SWAT. Por isso, ele não utiliza arma de fogo, sendo que o trabalho dele não é policial. Mas a propaganda se passando por um policial está explícita. Não é culpa dele que o pessoal entende errado, mas ele passa essa imagem segurando armas como se fosse ferramenta de trabalho dele, mas não é”.
Outro que entrou na briga é Maurício Lima, que vive em Colorado Springs, no Colorado, e é aposentado do US Army, onde serviu por 7 anos e oito meses, incluindo o Iraque e Afeganistão.

Segundo Maurício, Do Val ‘vende’ algo muito superior do que o que ele realmente faz. “De dar exibições aqui na SWAT ele já admitiu que é policial, que é membro da SWAT, postou que foi chamado às pressas depois de 11 de setembro para treinar as Forças Especiais americanas que estavam indo em combate para o Iraque e Afeganistão. Temos os prints de tudo isso que ele postou, pois ele já apagou muita coisa depois que a gente denunciou”, relata. “Eu entrei nessa luta com várias pessoas que são respeitadíssimas do mundo tático aqui e no Brasil e que sabem muito”.

Marcos do Val se defende
Ao ver a onda de críticas tomando força, Do Val publicou um vídeo no dia 24 de fevereiro em sua página do Facebook.
Para ele, essa perseguição começou depois que ele anunciou parceria com a empresa Taurus em um projeto de valorização dos policiais brasileiros, chamado Heróis Reais. “Como a Taurus teve muitos problemas no passado de qualidade de suas armas, gerou muita repulsa por alguns profissionais da área, e por isso partiram para cima de mim com toda essa raiva e campanha de difamação. Tenho tomado providências junto à Delegacia de Crimes Virtuais para que os mesmos respondam pelos crimes de injúria, difamação e calúnia”, explica.
No vídeo, Do Val afirma que não é policial, mas sim instrutor de policiais. “Que me lembre, ao longo desses 17 anos falei duas vezes a frase ‘como sou policial’. Uma vez foi em um vídeo, outra em uma resposta a um seguidor no meu Facebook. Essa frase jamais foi dita com o intuito de tirar qualquer vantagem pessoal”.
Do Val afirmou ainda não ter nenhum vínculo empregatício com a cidade de Dallas, com a Polícia de Dallas, com a SWAT de Dallas, nem com nenhum outro departamento de polícia.
“Eu dei e dou treinamentos de imobilizações táticas para essa unidade e tantas outras unidades da SWAT através da TTPOA e do CATI Treinamento Policial”, disse. “Essa técnica de imobilizações táticas eu desenvolvi na década de 90, no estado do Espírito Santo, e foi ela que abriu tantas portas no mundo inteiro para mim”.
Ao Gazeta, Do Val explicou que embora seja instrutor de imobilização, por causa da relação de confiança com a SWAT de Beaumont, tem a permissão de participar de operações sempre que possível.
“Para a SWAT nos EUA eu sou instrutor somente na disciplina ‘Imobilizações Táticas’, mas me especializei em todas as táticas e técnicas da SWAT. Assim, posso ministrar minhas aulas o mais próximo ainda da realidade da SWAT e usamos na aula armas e equipamentos operacionais”.
“Um brasileiro na SWAT”?
O GAZETA questionou Do Val se o título do livro sobre ele “Um Brasileiro na SWAT” não confunde seus leitores em relação a ele ser ou não policial.
“Criar confusão sobre a natureza do meu trabalho nunca foi meu objetivo. O livro sobre mim conta a minha experiência, os desafios e as vitórias. E esta trajetória narra como vim a ser instrutor na TTPOA (Texas Tactical Police Officers Association), ministrar meu curso de imobilizações táticas para várias equipes táticas policiais (SWAT), mas em momento algum há ali qualquer registro como se eu fosse membro da SWAT de outra forma que não a condição que já expus, como membro honorário da equipe da SWAT de Beaumont”, explica. “Foi justamente na condição de instrutor que sempre me posicionei e sempre mencionei a todos que nunca figurei na qualidade de servidor policial”.
O Gazeta também questionou Do Val em relação a uma matéria publicada no G1 (em 20/10/2007), intitulada “’Tropa de elite’ americana desembarca no Brasil”, que tinha uma referência a Do Val como “membro e instrutor da Swat”, que falou “de seu escritório em Dallas”.
Do Val explicou que, na época, tinha um escritório em Dallas, este independente do Dallas Police Department.
“Quanto aos episódios isolados em que ‘fui policial’ foi algo mencionado, (acho que em duas situações) durante os 17 anos da minha carreira, era minha intenção me referir à posição honorária, não como um servidor público policial. Jamais fiz tais ou quaisquer afirmações com propósito de exercer autoridade, auferir ou angariar vantagem, seja ela de qualquer natureza (moral, patrimonial, etc.). Ou seja, talvez a única impropriedade minha tenha sido em raríssimos lapsos em situações ao vivo suprimir apenas em tais momentos a condição de instrutor/membro honorário quanto à minha posição em relação a polícia”, declarou.
“Oportuno ainda ressaltar aqui a diferenciação evidente entre ‘instrutor policial’ e ‘policial instrutor’. No primeiro caso, trata-se de alguém que realiza instruções a um determinado órgão policial, que é o meu caso, pois eu instruo policiais, ora então, sou um instrutor policial, um instrutor de policiais. No segundo, a situação já seria daquele servidor policial que realiza instruções, expressão esta que jamais utilizei”, explica.

Evidências

O Beaumont Police Department confirmou ao GAZETA a sua relação com Do Val como instrutor. “Marcos do Val não é membro do Beaumont SWAT Team. Marcos conduziu treinamentos na área de táticas de defesa especificamente através do CATI e participou de alguns de nossos treinamentos também. Marcos continua a nos ajudar nessa área e somos agradecidos por seu contínuo esforço em nos ajudar”, escreveu, via e-mail, Sargento J.C. Guedry, Police Community Relations Supervisor/SWAT.
Já o Dallas Police Department (DPD), onde Do Val instruiu recentemente (de acordo com várias evidências mostradas por ele), respondeu ao GAZETA que Do Val não é e nem nunca foi membro nem do DPD, nem do DPD SWAT. “Ele instruiu um curso há alguns anos para o DPD. O DPD não usa seus serviços atualmente e não tem nenhuma ligação com ele”, disse Melinda Gutierrez, do Media Department.
Indagado, Do Val explica que sua relação com o Dallas SWAT é via cursos do TTPOA, dos quais participa desde 2001, e não diretamente com o departamento de polícia.
Este ano Do Val estará novamente como instrutor da conferência da TTPOA, uma convenção com palestras onde são mostradas técnicas policiais como de imobilização, atendimento pré-hospitalar e tático. O CATI vende pacotes para levar policiais brasileiros à conferência. O pacote do “Super SWAT”, que vai de 16 de abril a 5 de maio em Dallas, custa $2 mil dólares.
No entanto, Paulo Semajoto, dono de uma empresa de Ccnsultoria de segurança em São Paulo, insiste que Do Val sempre deixou claro que dava instrução ao Dallas Police Department e à SWAT e só agora nas últimas semanas está esclarecendo que é via TTPOA. “Ele vende pacotes para brasileiros dizendo ‘venha comigo para a SWAT’, mas na verdade ele não leva esses brasileiros para a instituição SWAT”, explica Semajoto. “Agora que ele está sendo desmascarado está deixando claro que é via TTPOA, e não na polícia de Dallas”.

Currículo e outras acusações

Existem outras partes do currículo de Do Val que o grupo também contesta. Seu site (marcosdoval.com.br) lista que foi instrutor de instituições como US Army, Navy Seals, que ministrou treinamentos para o grupo anti-terrorismo da equipe de operações especiais da NASA (Marshall Space Flight Center) nos EUA e que fora chamado com urgência após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 para treinar os soldados americanos que foram lutar na guerra do Afeganistão e Iraque.
A lista inclui até mesmo o Vaticano e mais de 120 corporações policiais e de segurança espalhadas por diversos países.
O grupo questiona e está buscando provas de que Do Val não deu treinamento às Forças Especiais. Para eles, seria impossível Do Val ter treinado forças especiais ativas sem passar por Secret Clearance (investigação minuciosa).
Do Val mostrou um cartão de agradecimento que recebeu do Naval Weapons Station Earle, referente a treinamentos dados em dezembro de 2012 e abril 2013. Ele esclareceu ao GAZETA que não treinou tropas, mas os instrutores das tropas e não passou por Secret Clearance “porque esse processo é somente para quem terá acesso a determinadas informações sigilosas do governo. E esse não foi o meu caso”, disse Do Val.
Porém, Maurício Lima, aposentado da US Army, diz que é impossível Do Val ter treinado os soldados americanos ativos (conforme está escrito em seu website) por diversos motivos.
“Eu sou somente cidadão americano, pois quando obtive a cidadania, precisei perder a brasileira, por causa de Secret Clearance – uma investigação que precisa ser feita na sua vida para constatarem que você é digno de lidar com material secreto. Uma das coisas necessárias para treinar forças especiais ativas que o Do Val fala que treinou e, claro, não treinou nunca, é que se ele não tiver esse Secret Clearance, ele não vai poder treinar forças especiais”, disse Maurício. “Outra coisa é que se ele estivesse treinando tropas ativas, ele jamais poderia postar foto do treino, conforme publicado em sua página do Facebook. Ele pode ter feito uma demonstração, uma exibição informal, nesse caso, num depósito de munição da Marinha (Naval Weapons Station), mas não um treino tático ou militar. Se ele fosse fazer um treinamento oficial, ele teria que ser militar ou policial. Mesmo que fosse um treino para o chefe da tropa, ele precisaria da Clearance”.
Para Maurício, que já perdeu muitos colegas nas guerras do Afeganistão e Iraque, entrar nessa batalha é questão de honra. “Eu entrei nessa quando descobri que ele disse que treinou Forças Especiais Americanas. Aí ele mexeu com a nossa ‘brotherhood’. É o que chamamos de Stolen Valor – o ato de se passar por militar ou policial. Nos Estados Unidos, se você usa isso para lucro próprio é crime. Você pode comprar e usar uniformes oficiais, mas é crime obter lucro. O Marcos Do Val está fazendo isso no Brasil. Aqui ele não fala publicamente que é policial americano. Ele está aplicando o golpe no Brasil. As autoridades dos EUA então não podem fazer nada contra ele. O que pode acontecer – e o que estamos tentando – é que o Departamento de Dallas afirme publicamente que ele não é parte nem nunca foi e possivelmente seja barrado de qualquer exibição. É isso que estamos tentando”.
url da matéria: http://gazetanews.com/brasileiro-da-swat-e-acusado-de-farsa/

segunda-feira, 6 de março de 2017

Thousands march against Duterte's war on drugs

Filipino Catholics condemn a 'spreading culture of violence' as the president's anti-drug campaign kills thousands.
Luis Antonio Tagle, Catholic leader of Manila, said violence cannot be the answer to the country's drug problem [Reuters]

Thousands of Catholics have gathered in the Philippine capital in a "show of force" to protest extrajudicial killings being carried out under the banner of President Rodrigo Duterte's war on drugs.
The rally, dubbed the "Walk for Life", was attended by 20,000 people, organisers said. Manila police estimated the crowd at 10,000.
At the biggest rally yet against the killings, members of one of the nation's oldest and most powerful institutions prayed and sang hymns as they marched before dawn on Saturday, to condemn a "spreading culture of violence".
More than 7,000 people have died since Duterte took office almost eight months ago and ordered an unprecedented crime war that has drawn global criticism for alleged human rights abuses.
The move, however, has been popular with many in the mainly Catholic nation.
"We have to stand up. Somehow this is already a show of force by the faithful that they don't like these extrajudicial killings," Manila bishop Broderick Pabillo told AFP news agency before addressing the crowd.
"I am alarmed and angry at what's happening because this is something that is regressive. It does not show our humanity."
The demonstrators also condemned legislation restoring the death penalty for drug-related crimes and other offences.
Duterte, 71, has attacked the Church as being "full of sh*t" and "the most hypocritical institution" for speaking out against a campaign that he says would save generations of Filipinos from the drug menace.
About 80 percent of the 100 million Filipinos are Catholic.
url: http://www.aljazeera.com/news/2017/02/thousands-march-duterte-war-drugs-170218034827033.html