terça-feira, 23 de maio de 2017

Ariana Grande Attack Aftermath: How Vulnerable Is the U.K. to Extremism?


image source: Internet
Joseph Hincks
At least 22 people have been killed and around 59 injured after a suicide bomb attack at Monday night's Ariana Grande concert at the Manchester Arena, a 21,000 capacity concert venue in the U.K.'s third most populous city.
Greater Manchester Police chief constable Ian Hopkins said police believe the attacker was a lone wolf who died at the scene, although they are trying to establish if the attacker was part of a network. No organization has yet claimed responsibility or involvement in the atrocity, but there are good reasons to fear the operations of terror groups, and self-radicalized, religiously inspired lone wolves in the U.K.

1. Approximately 850 Britons have joined jihadist organizations in Syria and Iraq

In August 2014 British Prime Minister Theresa May, who was at the time Home Secretary, raised the U.K's terror threat level to 'severe' meaning that an attack was highly likely. The severe threat level—one below 'critical', which signifies an imminent attack—was raised in response to warnings of threats posed by British jihadists returning from fighting in Syria and Iraq.
British intelligence agencies estimate that approximately 850 people from the U.K. travelled to Syria and Iraq to fight for or support jihadist organizations there. As of February this year about half had returned, the BBC reports. By March, security officials said they were preparing for the return of hundreds more fighters as ISIS loses territory. The group's stronghold cities of Mosul in Iraq and Raqqa in Northern Syria are both expected to fall this summer.
“It is possible they are going to return indoctrinated, deeply dangerous and damaged," one government source told The Guardian.

2. Terrorists have attempted to attack Manchester before

In November 2015, a New York City judge jailed Pakistan national Abid Naseer for 40 years after he was convicted of plotting mass suicide bomb attacks in Manchester in 2009.
Naseer, 29—who was extradited to the U.S. for trial—was arrested after intelligence services intercepted communications that suggested he was two days away from carrying out an attack at Manchester’s Arndale shopping center on a busy Easter weekend, the Manchester Evening News reports.
The plot involved a car bomb attack next to the shopping center, with subsequent suicide bombings at separate locations targeting those fleeing the initial blast. Nine other Pakistani nationals in the U.K. cities of Liverpool and Manchester were arrested along with Naseer.

3. British police are constantly anticipating an terrorist attack

Britain's most senior counter terrorism officer Mark Rowley said in March this year that the U.K. had thwarted 13 terror attacks since the murder of Lee Rigby, a solider hacked to death on the streets of southeast London in 2013. Some of those attacks, Rowley said, would have been on the scale of those carried out in Paris in 2015 and Brussels in 2016.
While U.K. intelligence services have a strong record of anticipating terrorist attacks—garnered in part through experience dealing with the Irish Republican Army (IRA) during the 1970s to 1990s—some are always expected to slip the net. Former Metropolitan Police Commissioner Sir Bernard Hogan-Howe wrote in August last year that it was a question "of when not if" an attack in Britain would occur.
This March, Britain Khalid Masood drove a car into pedestrians near the U.K. Parliament before stabbing a police officer in an attack that left five people dead, including himself. Last month, another attack near Parliament was thwarted after armed police swooped on a man carrying knives.If confirmed as a terrorist attack, Monday night's bombing would be the deadliest in Britain since four suicide bombers killed 52 people in coordinated attacks on London's transport system in July 2005.
url: http://time.com/4789816/manchester-ariana-grande-terrorism-islamist-extremism/


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Caminhão com carga de maconha e arsenal é apreendido em Teodoro Sampaio

Pistolas, fuzis e metralhadoras de calibre .50 estavam em um fundo falso do veículo. Produtos seriam levados para o Rio de Janeiro (RJ).

Armas, drogas e munições estavam em um fundo falso de um caminhão (Foto: Polícia Civil/Cedida)
Por G1 Presidente Prudente
Um caminhão carregado com mais de quatro toneladas de maconha, fuzis e várias munições foi apreendido na noite desta terça-feira (16), em Teodoro Sampaio. A apreensão foi feita pelas polícias civis local e do Mato Grosso do Sul e pelo Departamento de Narcóticos (Denarc) de Cascavel (PR), com o apoio da Polícia Militar. O caminhão, que havia saído de de Amambai (MS), seguia para o Rio de Janeiro (RJ).
Os produtos estavam em um fundo falso do veículo, que possui placas de Londrina (PR). Segundo a Polícia Civil, foram apreendidos 4.619 quilos de maconha, 31 pistolas, mais de 17 mil munições e acessórios para armas.
Conforme a Polícia Militar, também foram localizados três fuzis 7.62, quatro fuzis 5.56 e duas metralhadoras de calibre .50 equipadas com lunetas.
O Denarc de Cascavel informou à Polícia Civil de Teodoro Sampaio que o caminhão passaria pela cidade. Equipes da corporação realizaram a abordagem ao veículo na Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), na entrada da cidade, segundo a Polícia Civil.
De acordo com as informações da Polícia Militar, em vistoria no caminhão, que estava com sua carroceria de tanque de combustível vazia, houve a suspeita de paredes falsas, sendo conduzido o veículo para a delegacia, onde foi solicitado apoio do Corpo de Bombeiros para abrir a lataria nos pontos suspeitos.
Após a abertura da lataria, foram encontrados os produtos. Conforme a PM, além dos fuzis e pistolas, também foram encontrados no veículo um revólver de calibre 38, 17.435 cartuchos de diversos calibres, entre .50, 5.56, 7.62 e 9 milímetos, .40; 25 seletores de rajadas, três carregadores do tipo caracol, sendo um de calibre 9 milímetos, um de duplo calibre 5.56 com capacidade para 100 cartuchos e outro simples de calibre 5.56 com capacidade para 45 cartuchos; 20 carregadores das armas .50, 7.62, e 5.56; 22 frascos de lança-perfume; e a carga de maconha.
O motorista de 54 anos, que conduzia o caminhão, é de Cascavel (PR) e foi preso em flagrante por tráfico de drogas e posse de arma de fogo de uso restrito, segundo a Polícia Civil. Após prestar depoimento na delegacia de Teodoro Sampaio, ele será encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá.
 Url da matéria: http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/caminhao-com-carga-de-maconha-e-arsenal-e-apreendido-em-teodoro-sampaio.ghtml

domingo, 14 de maio de 2017

O Dia das Mães

O Dia das Mães é comemorado em todo segundo domingo de maio desde 1914. A história dessa data está relacionada com a figura de Anne Jarvis.

url da imagem: http://www.purabotanica.com/wp-content/uploads/2015/04/ann-reeves-jarvis-program-cover-wvrhc.jpg
Por Me. Cláudio Fernandes
É comum, no mundo contemporâneo, a comemoração do Dia das Mães em todo segundo domingo de maio. Essa data já se tornou sinônimo de afeto, carinho, consideração pelas genitoras e também símbolo de consumismo. A despeito do viés mercadológico, o Dia das Mães é uma data de singular importância para o mundo ocidental, sobretudo por reforçar os vínculos familiares. Mas como o segundo domingo de maio passou a ser considerado, mundialmente, como o Dia das Mães?

Desde a Idade Antiga há relatos de rituais e festivais em torno de figuras mitológicas maternas e de fenômenos como a fertilidade. Na Idade Média, havia também muitas referências a respeito da figura da Mãe, sobretudo o simbolismo judaico-cristão com as figuras de Eva e Maria. Mas foi apenas no início do século XX que as mães passaram a ter um dia oficial para serem homenageadas. A escolha da data (todo segundo domingo de maio) remete à história da americana Anna Jarvis.

Anna Jarvis perdeu sua mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, em maio de 1905, na cidade de Grafton, no estado da Virgínia Ocidental, EUA. Com a morte da mãe, Anna, diante do sofrimento e da dor que sentiu, decidiu organizar com a ajuda de outras moças um dia especial para homenagear todas as mães e para ensinar as crianças a importância da figura materna.

Anna e suas amigas eram ligadas à Igreja Metodista da cidade mencionada acima. Em 10 de maio de 1908, o grupo de Anna conseguiu celebrar um culto em homenagem às mães na Igreja Metodista Andrews, em Grafton. A repercussão do tema do culto logo chamou atenção de líderes locais e do então governador do estado de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock. Glassock definiu a data de 26 de abril de 1910 como o dia oficial de comemoração em homenagem às mães.

Logo a repercussão da celebração oficial em âmbito estadual alastrou-se para outras regiões dos Estados Unidos e foi adotada também por outros governadores. Por fim, no ano de 1914, o então presidente dos EUA, Woodrow Wilson, propôs que o dia nacional das mães fosse comemorado em todo segundo domingo de maio. O importante a ser mencionado é que a decisão de Wilson foi tomada a partir de sugestão da própria Anna Jarvis, que ficou internacionalmente conhecida como patrona do Dia das Mães.

No caso do Brasil, o Dia das Mães foi comemorado pela primeira vez em 12 de maio de 1918, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre. Em outros lugares, houve também outros focos de comemoração de mesmo teor, geralmente associados a instituições religiosas. Mas foi somente em 1932, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, que o Dia das Mães passou a ser celebrado segundo o molde dos Estados Unidos, isto é, em todo segundo domingo do mês de maio.
Fonte: Brasil Escola (http://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-das-maes.htm)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Guilherme Longo foi preso ao negociar trabalho pelo WhatsApp

Padrasto acusado de matar o menino Joaquim estava na Espanha; reportagem do Fantástico, da Rede Globo, localizou o seu paradeiro

Guilherme Longo foi rendido por policiais espanhóis (Foto: Reprodução / TV Globo)
Uma reportagem exibida no último domingo (30) pelo Fantástico, da Rede Globo, mostrou como foi a localização de Guilherme Longo, de 32 anos, na Espanha. Ele é acusado de matar o enteado Joaquim Ponte Marques, 3, em 2013, em Ribeirão Preto.
O produtor do programa Evandro Siqueira mostrou um albergue, em Barcelona, onde Guilherme dormiu pelo menos por quatro noites. Ele estava com documentos falsos, de acordo com o que apurou.
Uma mulher que mora no Chile ligou para o pai de Joaquim, Arthur Paes, após ver uma página de uma rede social crida por ele para divulgar que Guilherme estava foragido.
A mulher mandou duas fotos do padrasto na Espanha e disse sobre a moradia de Guilherme no albergue em Barcelona, e que ele estaria utilizando um nome falso. Até uma página em uma rede social foi criada com o falso nome.
Segundo a reportagem, a mulher também disse que Guilherme teria confessado o crime a um amigo americano dela, que foi quem fez a denúncia.
“Ele chegou a mostrar o site com a foto do caso para o meu amigo”, disse a mulher.
Uma funcionária do albergue, voltado para receber turistas, disse que Guilherme havia comentado que estaria procurando emprego em bares e restaurantes daquela região, próxima ao Arco do Triunfo.
Guilherme chegou a distribuir currículos com o nome falso em que dizia ser “uma pessoa responsável”, e deixou o número de um telefone móvel. O padrasto utilizava o nome do primo Gustavo Triani, que negou qualquer envolvimento.

O encontro

O produtor do programa se passou por comerciante, ofereceu emprego e marcou um encontro com Guilherme por meio de um aplicativo de mensagens. No dia 25 de abril, Guilherme foi encontrado. Porém, o produtor resolveu cancelar o encontro, que ocorreria próximo ao Arco do Triunfo.
Por questões éticas, o programa Fantástico resolveu comunicar a Interpol no Brasil, que pediu para que o nome de Guilherme fosse colocado na Difusão Vermelha a fim de que a prisão pudesse ocorrer em território espanhol.
Um novo encontro foi marcado na quinta-feira (27), no mesmo local onde o primeiro havia sido combinado. Guilherme, então, foi preso por policiais espanhóis.
Ele foi rendido e deitado na calçada e dizia no momento da abordagem policial: “Calma, aí, Calma, aí. Que isso, mano”.
Guilherme deve aguardar na Espanha o fim do processo de extradição, que pode durar até um ano.
O advogado de defesa de Guilherme, Antonio Carlos de Oliveira, disse ao Fantástico que não há provas contra o seu cliente sobre o assassinato de Joaquim.
O pai de Joaquim chorou ao saber da prisão, que foi comemorada com o advogado dele, Alexandre Durante.

Fuga

Guilherme ficou preso por dois anos, mas o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) mandou soltá-lo para que esperasse o julgamento em liberdade. Entre as regras estabelecidas, Guilherme não podia deixar Ribeirão sem autorização judicial, deveria ficar em casa entre 22h e 6h e podia sair somente para ir ao trabalho.
Em setembro de 2016, após ter confessado o crime em uma entrevista para a TV Record e deixar uma carta para a família, a Justiça decretou novamente a prisão do acusado, mas ele fugiu.
url da matéria: https://www.acidadeon.com/ribeiraopreto/cotidiano/cidades/NOT,2,2,1243416,Guilherme+Longo+foi+preso+ao+negociar+trabalho+pelo+WhatsApp.aspx

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Dia do Trabalho

História do Dia do Trabalho

Fonte da imagem: Internet

O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.

A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.

Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.

Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.

Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.

Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:

- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)

- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.
 url da matéria: http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2011/04/historia-do-dia-do-trabalho-1 

terça-feira, 25 de abril de 2017

Três suspeitos do maior assalto já registrado no Paraguai morrem

Bandidos levaram o equivalente a R$ 120 milhões.

Três suspeitos morreram em confronto com policiais brasileiros.


Três suspeitos de participar do maior assalto da história do Paraguai morreram na tarde desta segunda-feira (24) em confronto com policiais brasileiros. No ataque a uma transportadora de valores, os bandidos levaram o equivalente a R$ 120 milhões.
Depois de 11 horas de buscas, policiais localizaram em São Miguel do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai, alguns dos suspeitos do assalto milionário.
Os moradores ficaram no meio da ação policial. Para escapar do cerco, os bandidos chegaram a roubar uma viatura da PM. A 40 quilômetros dali, em Itaipulândia, a situação também ficou tensa.
Três suspeitos morreram nesta segunda em confrontos com a polícia. Outros dois ficaram feridos e foram presos. Os reféns foram libertados. A polícia apreendeu veículos blindados, armas e explosivos.
O ministro do Interior do Paraguai falou sobre o roubo.
Segundo com a Polícia Federal, o assalto teve características parecidas com ações criminosas de 2016 em Campinas e também em Ribeirão Preto.
“Esse é um roubo que precisa de um grande planejamento. Já aconteceu fatos similares no Brasil, no interior de São Paulo, ataques a empresas de proteção de valores com grupos fortemente armados”, disse Fabiano Bordignon, delegado da Polícia Federal.
Ciudad do Leste e Este e Foz do Iguaçu estão divididas apenas pela Ponte de Amizade. A empresa de valores assaltada está numa avenida central da cidade paraguaia, a quatro quilômetros do Brasil.
Durante a madrugada, os bandidos colocaram fogo em 13 carros em Ciudad del Este para despistar os policiais. Só depois eles assaltaram a transportadora de valores.
A polícia paraguaia informou a princípio que US$ 40 milhões foram levados, o equivalente a R$ 120 milhões.
Um policial paraguaio que tentou parar os bandidos foi morto. O tiroteio e as explosões assustaram os moradores.
Numa imagem, uma das viaturas da polícia paraguaia é alvo dos assaltantes. Os pontos em verde na lataria do carro são a mira a laser da arma dos bandidos.
Para conseguir entrar na transportadora, os assaltantes explodiram pelo menos dez bombas e outras cinco não foram detonadas, de acordo com a polícia paraguaia.
Foi um ataque forte, tanto que a parede da frente do segundo andar não resistiu e foi parar na rua.
As explosões atingiram também as casas vizinhas. Os bandidos subiram no telhado da casa da dona Angelina.
Url da matéria: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/04/tres-suspeitos-do-maior-assalto-ja-registrado-no-paraguai-morrem.html

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Attaque à Paris : ce que l'on sait de l'enquête

Ce vendredi, l'enquête se poursuit après l'attaque jeudi soir sur les Champs-Elysées, où un policier a été tué et deux autres blessés.

Des policiers, ce vendredi sur les Champs-Elysées © AFP / Philippe Lopez

Les forces de l'ordre continuent leurs investigations ce vendredi, au lendemain de l'attaque qui a fait un mort et deux blessés dans les rangs de la police jeudi soir sur les Champs-Elysées.
Que s'est-il passé ?
Le faits se sont produits vers 21h, jeudi soir. Sur les Champs-Elysées, des touristes font les courses dans les magasins ouverts le soir, d'autres dînent dans des brasseries. Quant aux policiers, chargés depuis des mois de sécuriser la plus célèbre avenue du monde, ils sont visibles dans leurs fourgons. Ce sont eux qui sont pris pour cible : "Un monsieur est arrivé en Audi A80, s'est garé derrière le camion. On a entendu des coups de feu, on croyait que c'étaient des pétards : il tirait sur la police, en fait", raconte un témoin.
L'agresseur utilise une arme automatique de type kalachnikov. Il tue un policier, en blesse sérieusement deux autres, et tente de s'enfuir en courant. Les policiers ripostent, et l'assaillant est abattu. Le quartier est alors bouclé, parce que les forces de l'ordre ignorent alors si l'homme a agi seul ou non, et si sa voiture est piégée ou pas.
Qui est l'auteur de l'attaque ?
L'assaillant a été identifié comme Karim Cheurfi, 39 ans, né à Livry-Gargan (Seine Saint Denis). L'homme a un profil de délinquant récidiviste : en 2005, il a été condamné à 15 ans de prison pour tentative d'homicide sur des policiers. Les faits remontent alors en 2001 : lors d'une garde à vue après des violences contre un gardien de la paix, il parvient à dérober l'arme d'un policier et tire.
Incarcéré depuis 2001, il est à nouveau condamné en 2008 et 2009 pour des violences commises en détention. En 2013, après 12 ans passés en prison, il bénéficie d'une liberté conditionnelle. Mais celle-ci est révoquée en 2014 après une nouvelle condamnation pour un cambriolage. Il sort à nouveau de prison en octobre 2015, sous le coup d'un sursis avec mise à l’épreuve.
Surtout, il y a à peine deux mois, le 23 février dernier, il menace à nouveau de s'en prendre à des policiers : il est interpellé et placé en garde à vue. Mais les éléments contre lui sont insuffisants, et il est relâché. Le parquet de Paris ouvre dans la foulée une enquête pour entreprise terroriste individuelle. Mais celle ci n'a pas abouti avant son passage à l'acte.
Est-il lié au groupe Etat Islamique ?
L'homme n'était pas "fiché S", mais il était suivi par la Direction générale de la sécurité intérieure. A ce stade, sa radicalisation ne fait aucun doute, selon le parquet de Paris, qui évoque une référence à "Daech" dans un mot manuscrit retrouvé sur les lieux du crime.
Mais la revendication de l'attentat, diffusée très rapidement jeudi soir par le groupe terroriste, a semé le trouble. Elle fait référence à un certain Abou Youssef Al Baljiki, surnommé "Youssef le Belge". Un nom et une nationalité qui ne collent pas avec Karim Cheurfi. Cette revendication utilise aussi en arabe le mot muqatil ("combattant") qui signifierait que l'homme a pu avoir pris par déjà à des combats sur le terrain.
Cette revendication intervient alors que les services de polices sont aussi sur un signalement venu de Belgique, d'Anvers. Un signalement non pas lié aux questions de terrorisme mais à du grand banditisme. Des armes, des cagoules et un billet de train vers Paris ont été retrouvés chez lui jeudi matin. Mais l'homme en question s'est ce vendredi matin présenté dans un commissariat d'Anvers. Ce n'est donc pas l'assaillant.
Plusieurs questions tournent autour de cette revendication : d'une part, Karim Cheurfi a-t-il agi sur des ordres venant de Daech ou était-il un tueur solitaire ? Jusqu'à présent, le groupe Etat Islamique n'a jamais revendiqué de façon opportuniste un attentat. D'autre part, cette revendication est-elle une erreur ? Un leurre destiné à désorienter les enquêteurs ? Très peu probable, jugent unanimement les spécialistes contactés ce vendredi.
Qui est Abou Youssef el Belgiki dont le groupe Etat islamique était visiblement prêt à revendiquer l'action ? S'agit il d'un autre homme toujours dans la nature et qui avait prévu de passer à l'acte lui aussi ou serait sur le point de le faire ? Une question qui amène les enquêteurs à examiner avec prudence et inquiétude cette revendication.
Karim Cheurfi a-t-il agi seul ?
Des perquisitions ont eu lieu vendredi matin en Seine-et-Marne où vivait Karim Cheurfi. Trois personnes ont été placées en garde à vue. Les enquêteurs cherchent ainsi à identifier d'éventuels complices, ou des soutiens logistiques, comme la fourniture d'armes, puisque l'assaillant a attaqué à l'aide d'un fusil d'assaut, qu'un fusil à pompe et plusieurs armes blanches ont été retrouvés dans sa voiture.
url: https://www.franceinter.fr/justice/attaque-a-paris-ce-que-l-on-sait-de-l-enquete

21 de abril - Dia das Polícias Civis e Militares


Imagens: internet e arquivo pessoal - Edição: Israel P. Coutinho

DECRETO-LEI Nº 9.208, DE 29 DE ABRIL DE 1946

Institui o Dia das Policias Civis e Militares, que será comemorado a 21 de abril.

O Presidente da República,

    Considerando que entre os grandes da história pátria que se empenharam pela manutenção da ordem interna, a vulta a figura heróica de Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes) o qual, anteriormente aos acontecimentos que foram base de nossa Independência, prestara à segurança pública, quer na esfera militar quer na vida civil, patrióticos serviços assinalados em documentos do tempo e de indubitável autenticidade;
    Considerando que a ação do indômito protomártir da Independência, como o soldado da Lei e da Ordem, deve constituir um paradigma para os que hoje exercem funções de defesa da segurança pública, como sejam as polícias civis e militares, às quais incumbe a manutenção da ordem e resguardo das instituições:
    Usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição,
DECRETA:   
    Artigo único. Fica instituído o Dia das Polícias Civis e Militares que será, comemorado todos os anos a 21 de Abril, data em que as referidas corporações em todo o país realizarão comemorações cívicas que terão como patrono o grande vulto da Inconfidência Mineira.

Rio de Janeiro, 29 de Abril de 1946, 125º da Independência e 58º da República.

EURICO G. DUTRA
Carlos Coimbra da Luz.

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União - Seção 1 de 02/05/1946
Publicação:
Diário Oficial da União - Seção 1 - 2/5/1946, Página 6551 (Publicação Original)

quinta-feira, 20 de abril de 2017

18th anniversary of Columbine High School Massacre

Remembering Columbine, 18 years later


The Columbine High School massacre was a school shooting that occurred on April 20, 1999, at Columbine High School in Columbine, an unincorporated area of Jefferson County in the American state of Colorado. In addition to the shootings, the complex and highly planned attack involved a fire bomb to divert firefighters, propane tanks converted to bombs placed in the cafeteria, 99 explosive devices, and carbombs. The perpetrators, senior students Eric Harris and Dylan Klebold, murdered 12 students and one teacher. They injured 21 additional people, and three more were injured while attempting to escape the school. The pair subsequently committed suicide.
Although their precise motives remain unclear, the personal journals of the perpetrators document that they wished their actions to rival the Oklahoma City bombing and other deadly incidents in the United States in the 1990s. The attack has been referred to by USA Today as a "suicidal attack [that was] planned as a grand—if badly implemented—terrorist bombing." The massacre has been reported as "the deadliest high school shooting in US history."
The massacre sparked debate over gun control laws, high school cliques, subcultures, and bullying. It resulted in an increased emphasis on school security with zero tolerance policies, and a moral panic over goth culture, gun culture, social outcasts (even though the perpetrators were not considered outcasts), the use of pharmaceutical anti-depressants by teenagers, teenage Internet use, and violence in video games.
url: https://en.wikipedia.org/wiki/Columbine_High_School_massacre

terça-feira, 18 de abril de 2017

Tudo o que você precisa saber sobre o poderio nuclear da Coreia do Norte

O arsenal de Kim Jong-Un é poderoso o suficiente para tirar o sono do Ocidente?

Veículo de subartilharia norte-coreano: poder de fogo é real? – Foto: AU/af/KCNA
Maurício Brum  especial para a Gazeta do Povo 

Neste final de semana, em uma nova tentativa de demonstração de força, a Coreia do Norte voltou a testar mísseis balísticos. A ameaça do país é, um dia, utilizar essas armas para transportar ogivas nucleares, podendo chegar até os Estados Unidos. Mas, como já havia ocorrido anteriormente, o teste foi um fracasso: os mísseis de Kim Jong-Un caíram no mar menos de 5 segundos após seu lançamento. Com as tensões crescendo entre as duas Coreias e os EUA prometendo uma resposta ativa caso a ditadura norte-coreana faça uso de armas nucleares, velhas perguntas voltam à tona: quanto das ameaças de Kim Jong-Un é real e quanto é blefe? O país realmente tem um arsenal atômico capaz de assustar o Ocidente? Confira abaixo.
País tem tecnologia nuclear desde os anos 50
Embora só tenha começado a representar uma ameaça concreta recentemente, após deixar de seguir o Acordo de Não-Proliferação Nuclear em 2003, o programa nuclear da Coreia do Norte já tem quase seis décadas. O país começou a se aproximar da tecnologia em 1959, após a assinatura de um acordo de cooperação com a União Soviética, e em 1962 já havia construído a planta de pesquisas científicas de Yongbyon, localizada cerca de 90 quilômetros ao norte da capital, Pyongyang. A planta de Yongbyon é utilizada até hoje para produzir material físsil – fundamental para usinas elétricas nucleares, mas também potencialmente capaz de ser utilizado em bombas, por produzir reações em cadeia.
Construída com ajuda soviética e renovada ao longo das décadas, Yongbyon continua a ser o elemento central no programa nuclear norte-coreano. Além disso, por ser a origem dos materiais utilizados em seus armamentos, a planta vem sendo utilizada como moeda de troca nas negociações com os Estados Unidos. Desde 2007, o país hoje governado por Kim Jong-Un já prometeu encerrar as operações em Yongbyon em mais de uma ocasião, sempre exigindo ajuda externa em troca, mas cada novo acordo voltou a ser deixado de lado pela Coreia do Norte, que voltou a reativar a planta após as conversas iniciais.
O arsenal atômico é real?
Devido à censura e ao isolamento que cercam as atividades norte-coreanas, as informações envolvendo o arsenal nuclear do país são repletas de mistério. No entanto, as principais agências científicas e de Inteligência que monitoram o uso de tecnologia nuclear no mundo já concordam que o país possui algum armamento do tipo em mãos. A grande questão não é se Kim Jong-Un tem armas nucleares em seu estoque, mas quantas ele possui.
A Federação de Cientistas Americanos (FAS, na sigla em inglês), considera que o país deva ter menos de dez ogivas de plutônio, estimativa que também é mantida pelo Instituto de Pesquisa da Paz Internacional de Estocolmo. Alguns especialistas, porém, acreditam que os números possam ser muito maiores. O Instituto pela Ciência e Segurança Internacional, presidido pelo americano David Albright, ex-inspetor da Agência Internacional de Energia Atômica, estimou que os coreanos poderiam ter até 48 ogivas sob seu controle ao final de 2016.
Qual o poder das armas norte-coreanas?
É importante distinguir o teste fracassado deste final de semana de um teste nuclear de verdade: o que a Coreia do Norte tentou lançar – e não conseguiu – foi um míssil balístico, que no futuro poderia ser utilizado para transportar ogivas nucleares, mas desta vez não estava carregado. Os testes balísticos norte-coreanos são muito comuns, e têm falhado com frequência: normalmente, seus mísseis acabam caindo no mar, incapazes até mesmo de chegar no Japão, a cerca de mil quilômetros de distância.
Os testes nucleares são muito mais raros: oficialmente, o país realizou apenas cinco deles até hoje. Embora sejam poucos, eles têm aumentado a frequência nos últimos anos: após testes realizados esporadicamente em 2006, 2009 e 2013, a Coreia do Norte registrou duas explosões nucleares apenas no ano passado. Mais do que isso: especula-se que um novo teste deva acontecer em breve. Analisando imagens de satélite do início deste ano, o New York Times publicou na última quarta-feira que o país prepara sua sexta explosão, mas a dimensão do teste é rodeada de dúvidas: “ninguém fora da Coreia do Norte sabe com certeza o que vai acontecer ou quão grande será a explosão”, diz o texto.
O programa norte-coreano realiza seus testes sempre no subsolo, em túneis escavados sob o Mantapsan, uma montanha de 2,2 mil metros de altitude localizada no nordeste o país. Segundo especialistas, as fotografias de satélite indicaram grande atividade nos arredores do Mantapsan, do tipo que costuma ocorrer antes de um novo teste. As explosões, que ocorrem sempre em data secreta, acabam sendo detectadas pelos Estados Unidos e pelo Japão por produzirem abalos sísmicos, que são registrados pelos mesmos equipamentos que medem as forças de terremotos.
A dimensão do tremor causado pela explosão também permite estimar o tamanho da bomba, sugerindo que o programa norte-coreano está desenvolvendo armamentos cada vez mais poderosos: a primeira explosão, em 2006, gerou um abalo equivalente a apenas 0,7 quiloton (unidade que equivale a mil toneladas de dinamite); já a bomba testada em setembro do ano passado foi estimada em até 30 quilotons – o dobro da bomba utilizada pelos EUA em Hiroshima, na Segunda Guerra Mundial.
Por que o teste falhou?
Não é a primeira vez que um míssil balístico da Coreia do Norte cai no mar. As teorias são várias: incompetência, sabotagem interna ou externa, e até mesmo um fracasso deliberado – o lançamento não seria para atacar, e sim para mandar uma mensagem. Desta vez, porém, os Estados Unidos se apressaram a divulgar uma declaração oficial sobre a falha: “o presidente e sua equipe militar estão cientes do mais recente lançamento malsucedido da Coreia do Norte. O presidente não fará comentários adicionais”, disse Jim Mattis, Secretário de Defesa de Donald Trump.
A atípica rapidez dos EUA em se manifestar a respeito do teste fracassado fortaleceu a tese de que os norte-americanos teriam exercido alguma influência sobre a falha. “Acredita-se fortemente que os Estados Unidos, através de métodos cibernéticos, foi bem sucedido em interromper os testes e fazê-los falhar”, disse o ex-secretário de Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Malcolm Rifkind, em entrevista à BBC.
Não seria a primeira vez que os norte-americanos se valem de cyber ataques para prejudicar os projetos militares de seus adversários: em 2012, o programa nuclear do Irã teve grande parte de seus dados e equipamentos danificados após seu sistema ser invadido pelo vírus Stuxnet, que teria sido desenvolvido secretamente pelos EUA em parceria com Israel.
Eles podem atacar os Estados Unidos?
A maioria dos mísseis desenvolvidos pela Coreia do Norte são de curto alcance – poderiam atingir a vizinha Coreia do Sul e, talvez, o Japão, mas são incapazes de chegar aos Estados Unidos. O governo de Kim Jong-Un, porém, afirma já ter desenvolvido dois mísseis, conhecidos como KN-14 e KN-08, capazes de atingir distâncias de até 11,5 mil quilômetros, autonomia suficiente para atingir praticamente qualquer ponto dos Estados Unidos.
Para muitos especialistas, os testes norte-coreanos não representam um poderio real, mas um blefe com o objetivo de mandar um sinal – não apenas aos Estados Unidos, mas também à China, que recentemente impôs sanções à compra de carvão norte-coreano. “Talvez eles estejam tentando mandar uma mensagem de que não são tão dependentes da China como alguns de nós poderiam pensar”, comentou o deputado republicano Mac Thornberry, Presidente do Comitê do Congresso Americano sobre as Forças Armadas.
A Coreia do Norte já usou suas ameaças nucleares no passado para obter vantagens: em 2007, por exemplo, prometeu encerrar as atividades na planta nuclear de Yongbyon em troca de combustível. Coreia do Sul, EUA, China, Japão e Rússia enviaram 50 mil toneladas de combustível, mas o então ditador Kim Jong-Il (pai de Kim Jong-Un) não cumpriu sua parte no acordo e reativou Yongbyon pouco tempo depois.
Até hoje, nem o KN-14 nem o KN-08 foram testados oficialmente, aumentando as dúvidas sobre se tudo não passa de um blefe para assustar os americanos. Para Jeffrey Lewis, diretor do Programa de Não-Proliferação para a Ásia Oriental, na Califórnia, os testes podem estar fracassando, mas é apenas questão de tempo para a Coreia do Norte desenvolver um míssil intercontinental: “não importa que seja hoje ou amanhã, ou na semana que vem, ou no ano que vem – é nesta direção que estamos indo”, disse, em entrevista ao Washington Post.
url da matéria: http://www.gazetadopovo.com.br/ideias/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-poderio-nuclear-da-coreia-do-norte-cdka4qxemcfat9mfzp2sye9x1 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Chocante: homem mata idoso e divulga ao vivo no Facebook

Homem executa idoso com disparo e divulga assassinato ao vivo no Facebook, falando de sua motivação.

imagem: reprodução

Um homem identificado como Steve Stephens postou em seu Facebook uma execução ao vivo. O vídeo mostra ele abordando e atirando em um idoso, além de ameaçar outras pessoas nas ruas dos Estados Unidos, neste domingo. O criminoso alega ter feito outras vítimas.
No perfil de Steve, ele que se apresenta como Steve Steve, há o vídeo que está viralizando, onde ele cita o nome de uma mulher, Joy Lane, e diz à vítima que essa mulher é a culpada por ele estar sendo morto.
Após isso, o homem engatilha a arma e dispara em um idoso de 78 anos, chamado Robert Goodwin, que não resistindo ao ferimento à bala, faleceu.
A polícia procura o homem que afirma que não irá parar enquanto sua mãe e sua namorada não procurarem por ele.
Ele informou também que trabalha para o Beech Brook, uma organização em Cleveland que fornece apoio a jovens.
Não se sabe ainda se o criminoso tem algum distúrbio mental e quais são todas as motivações para o crime, exceto as que ele vai postando em sua rede social.
O jornal Cleveland divulgou o crime na primeira página e informa que o crime aconteceu por volta das 2 horas da tarde, deste domingo (16). O mesmo veiculou que Stephen está mudando o status no Facebook o tempo todo e afirma em comentário que já matou mais de 15 pessoas. Ele diz que está com problemas em seu relacionamento com Joy Lane e com outros membros da família.

Polícia
O crime ocorreu na região 635 E. 93, no estado de Ohio, Cleveland e a polícia já está a postos para parar Steve.
Por hora, a Cleveland Police (Polícia de Cleveland), se pronunciou no Twitter, divulgando foto e características do suspeito: um homem barbudo, careca e usando uma camisa escura de listras.
Apesar de Steve ter dito que fez outras vítimas, a polícia ainda não tem evidências de outros assassinatos e pede que ninguém se aproxime dele que é perigoso, está armado e roda pelas ruas em um Ford Fusion na cor branca. A polícia também pede que, se avistado, deve-se entrar em contato imediatamente com a polícia (através do telefone da polícia da região, que é o 911) para fornecer a localização.
O vídeo já foi retirado do site, a pedido da polícia para não incentivar a criminalidade.
O chefe de polícia Calvin Williams não descarta a possibilidade de outras vítimas de arma de fogo dessa tarde de Domingo, tenham sido obra de Steve.
Fonte da matéria: http://br.blastingnews.com/

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Decisão do STF que cassa direito de greve de carreiras policiais é criticada por juristas


imagem: reprodução
É inconstitucional a greve de agentes da Polícia Federal, Civil, Militar, Rodoviária Federal, Ferroviária Federal, Corpo de Bombeiros Militares e demais funcionários que atuem na Segurança Pública. Foi esse o entendimento da maioria do Supremo Tribunal Federal composta pelos ministros Alexandre de Moraes, que puxou a divergência, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia.
O julgamento que, na prática, equiparou as carreiras policiais às militares no que se refere a restrição de direitos gerou intensas críticas no meio jurídico. No campo do direito trabalhista, violou o direito fundamental de mobilização dos trabalhadores. Para a Juíza do Trabalho e colunista do Justificando Valdete Souto Severo, “na decisão proferida, que tem repercussão geral reconhecida, uma vez mais o direito constitucional de greve é vedado e justamente pelo órgão guardião da Constituição”.
“Os servidores que atuam na área de segurança pública estão com seus salários parcelados ou atrasados, com péssimas condições de trabalho e expostos a extrema violência, concreta e simbólica. A decisão do STF, infelizmente, poderá aguçar a sensação de injustiça e desrespeito que esses seres humanos certamente já provam” – afirmou Valdete.

“Greve é fato social, assimilado e disciplinado pelo Estado, justamente para impor limites ao seu exercício. Greve é grito de gente desesperada por justiça, é tumulto, é paralisação integral do trabalho. Greve atrapalha, retira da zona de conforto, convoca a pensar na sociedade que temos e naquela em que realmente queremos viver. A conquista de direitos sociais dificilmente beneficia apenas a categoria que luta, pois toda a sociedade avança, quando os trabalhadores melhoram sua condição social”.
– Valdete Souto Severo

Especialistas que acompanham de perto a rotina dos trabalhadores também lamentaram a decisão. Rafael Alcadipani, professor de Estudos Organizacionais da FGV-EAESP e com pesquisa voltada para as carreiras policiais, avaliou que “a decisão mostra que a única preocupação é punir e limitar os direitos de policiais. Não se vê ações de governos e da justiça para melhorar as condições de trabalho e diminuir a grande precariedade do trabalho de policiais no Brasil”.
Na visão de Renato Sérgio Lima, diretor do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a decisão “terá impactos diretos, de início, na reforma da previdência”. Para ele, a proibição do direito de greve equiparou as carreiras policiais às carreiras militares, que contam com plano especial de aposentadoria. “A decisão pressiona a proposta da previdência a ceder ainda mais do que inicialmente feito, quando retirou os militares federais e estaduais da reforma” – afirmou, ao avaliar o impacto político nas reformas propostas pelo governo atual, que embora tenha atuado por essa decisão, pode ter dado um tiro no pé.
Para a Segurança Pública, a decisão é preocupante e uma ducha de água fria na discussão da desmilitarização das polícias. Na avaliação do Delegado de Polícia no Rio de Janeiro, Doutor em Direito e integrante do Movimento Policiais Antifascismo Orlando Zaccone, “a militarização da segurança pública no Brasil chega no seu ápice. O STF colabora na militarização da segurança pública ao tratar policiais como militares”. A favor do direito de greve votaram os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Marco Aurélio.

Decisão do Supremo ignorou Constituição e Tratado Internacional ratificado pelo Brasil

Além disso, a decisão ignorou que a Constituição veda a greve somente para militares, como também não considerou a Convenção nº 151 e a Recomendação nº 159 da Organização Internacional do Trabalho, ambas de 1978 e ratificada no Brasil em 2000 como o Decreto Legislativo nº 206, que trata dos direitos trabalhistas de funcionários públicos.
O Delegado de Polícia em São Paulo, Doutor em Direito e Professor de Direito Penal da PUC/SP Edson Luís Baldan explicou que “esse diploma supranacional não vedou o direito de greve de policiais, apenas estabelecendo que caberia ao legislador nacional disciplinar como esse instrumento reivindicatório seria utilizado por essa categoria especial de servidores públicos. Igualmente o legislador ordinário não cumpriu a determinação, ínsita do artigo 37, VII, da Constituição Federal, para regulamentar a paralisação de servidores alocados em serviços públicos essenciais”.

“Se a segurança pública, em tese, pode ganhar com essa decisão, certamente perde a segurança jurídica dos administrados, agora definitivamente submissos a um poder legisferante usurpador em que se auto-investiu o Supremo Tribunal Federal” – criticou Baldan.
url da matéria: http://justificando.cartacapital.com.br/2017/04/05/decisao-do-stf-que-cassa-direito-de-greve-de-carreiras-policiais-e-criticada-por-juristas/

quinta-feira, 30 de março de 2017

VIDEO: Detienen a un 'niño suicida' de 7 años que llevaba artefactos explosivos bajo su camiseta

El niño de unos 7 años de edad habría sido instruido por los extremistas del Estado Islámico para dirigirse hacia el lugar donde se encontraban soldados del Ejército iraquí.

Captura de pantalla
El Ejército iraquí ha dado a conocer un impresionante video en el que se observa a un soldado desarmando a un 'niño suicida' que llevaba material explosivo bajo una camiseta del equipo de fútbol inglés Chelsea, informan medios británicos. El niño, de unos 7 años, fue detenido en la ciudad iraquí de Mosul, donde la coalición internacional lleva a cabo una dura batalla para liberarla del Estado Islámico. El menor se encontraba entre una multitud que intentaba escapar de una zona controlada por los extremistas. El niño aseguró que fue enviado por un combatiente del Estado Islámico con instrucciones precisas de acercarse a miembros del Ejército iraquí.
En el video se observa cómo el soldado iraquí ayuda al menor a quitarse la camiseta y desabrocha el cinturón explosivo pegado a su cuerpo, junto a un teléfono móvil y varias baterías. Durante varios minutos, el hombre desconecta los cables conectados al artefacto y retira el dispositivo, mientras repite al niño que se mantenga tranquilo.
Más de 600.000 civiles aún permanecen atrapados en el sector occidental de Mosul, donde se libra una intensa batalla entre el Ejército iraquí y el Estado Islámico, que utiliza a los civiles como escudo humano. Desde que comenzó la operación para liberar a esta ciudad, más de 255.000 personas han sido desplazadas y unos 750 civiles han fallecido o han resultado heridos durante los ataques.

Fuente: https://actualidad.rt.com



quarta-feira, 22 de março de 2017

Reich This Way

Multiple news outlets reported that ISIS militants killed 38 children who were disabled or had Down syndrome, but the claim was not verified




CLAIM

Islamic State (ISIS) militants have killed at least 38 babies and children with disabilities or Down syndrome.

RATING


ORIGIN
On 14 December 2015 Fox News published an article titled “ISIS killing babies with Down syndrome, activists claim.”  The site, noting that “ information and [a] video have not been confirmed,” reported:

ISIS militants have reportedly authorized the terror group’s members to kill newborn babies with Down syndrome, as well as other disabled children, Iraqi activists claimed on Sunday. 

According to the group known as Mosul Eye, 38 babies have already been killed since the religious decree was issued … The babies were suffocated or given lethal injections, according to Mosul Eye.

Britain’s Daily Mail published a 14 December 2015 article titled “How much more depraved can ISIS get? Group’s Sharia judges order children with Down’s syndrome and other disabilities to be killed in chilling echo of the Nazis”:
That article maintained:



ISIS have issued a fatwa which orders children with Down’s syndrome and other disabilities to be killed in a chilling echo to the workings of the Nazis, it is claimed. Sharia judges have apparently ruled that ISIS followers are authorised to ‘kill newborn babies with Down’s Syndrome or congenital deformities and disabled children’ in their latest sickening act.

In the absence of credible information, the site turned to internet commenters to flesh out its reporting:

Responding to Mosul Eye’s statement about ISIS possibly using similar methods to those in the Nazi era, hundreds replied to condemn their barbaric actions. One user described ISIS as ‘worse than the Nazis’, adding: ‘I have just shed tears for these babies. I have two children with special needs, my heart is breaking. Another said: ‘OMG, i see so much similarities with nazi Germany,’ while another person commented: ‘What danger do these poor babies impose on isil?!’

Although Daily Mail used “apparently” and “it is claimed” to buttress its reporting, the outlet didn’t emphasize that the information was gleaned from a single blogger’s Facebook post. Fox News and multiple concurrent reports cited a group called “Mosul Eye” as the source for the unverified claims. The original 13 December 2015 post and video (embedded below) claimed:

Exclusive – Mosul Eye #IAmDisabledTheCaliphWillKillMe ISIL issues “Fatwa” to exterminate children with Down’s Syndrome Through monitoring and following the death incidents of children with Down’s Syndrome and congenital deformities, we were able to learn that the Shar’i Board of ISIL issued an “Oral Fatwa” to its members authorizing them to “kill newborn babies with Down’s Syndrome and congenital deformities and disabled children”. The Fatwa was issued by one of ISIL’s Shar’i judges, a Saudi judge named ” Abu Said Aljazrawi”. The information indicate that most of the children born with Down’s Syndrome are those of foreign fighters who married Iraqi, Syrian and Asian women. We recorded more than 38 confirmed cases of killing babies with congenital deformities and Down’s Syndrome, aged between one week to three months. They were killed by either lethel injection or suffocation. Some of those killings took place in Syria and Mosul. This displaced child from Mosul, ISIL issues a Fatwa to kill him. As if it is not enough for ISIL to kill men, women and the elderly, and now, they kill children #IAmDisabledTheCaliphWillKillMe #ISILSchools #WeDoNotWantToBeLeftAlone #TheCaliphDoesNotFeelCold

video

Mosul Eye appeared to be the sole source of the claims that ISIS militants killed 38 disabled children, and the appended video simply depicted two children, neither of whom appeared to be killed or harmed for the duration of the footage. Additionally, neither child depicted in the video appeared to have Down syndrome.

While the claim that ISIS was killing disabled children and children with Down syndrome appeared in multiple international news reports, no one was able to substantiate the rumors. Iterations commonly reported that 38 children had thus far been killed by “lethal injection” or “suffocation,” but no information about the dozens of children purportedly killed was included in any report. Moreover, an attached video simply depicted two children (one of whom appeared to be disabled, and was using a wheelchair), neither of whom was harmed or killed in the clip.
url: http://www.snopes.com/isis-killing-babies-syndrome/

quinta-feira, 9 de março de 2017

“Brasileiro da SWAT” é acusado de farsa

Foto: reprodução

Publicado em 9 de março de 2017


Se você não conhece Marcos do Val, “O Brasileiro na SWAT”, provavelmente algum amigo seu “curte” a página dele no Facebook. Com quase 4 milhões de seguidores, Do Val tornou-se autoridade nos últimos anos em relação a segurança pública e táticas de defesa e mostra constantemente a rotina de treinos da SWAT.
Só que ao contrário da impressão passada pelas imagens dele usando uniformes da SWAT, armado e ao lado de policiais americanos, o próprio Do Val afirma não ser nem policial nem membro da SWAT, mas um instrutor de técnicas de imobilizações táticas da SWAT através da companhia que fundou, CATI- International Police Training, desde 2000, e membro honorário da SWAT de Beaumont, no Texas – o que quer dizer ele recebeu o título sem precisar preencher os requisitos para o cargo. Ele também é mestre 2º Grau em Aikido, diplomado e credenciado pela International Aikido Federation, situada no Japão, e foi militar do exército brasileiro no 38o Batalhão de Infantaria, de acordo com descrição em seu site.
Seu site lista também que foi instrutor de instituições como US Army, Navy Seals, Vaticano, operações especiais da NASA (Marshall Space Flight Center), e que fora chamado com urgência após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 para treinar os soldados americanos que foram lutar na guerra do Afeganistão e Iraque.
Nos últimos meses, um grupo formado por brasileiros nos EUA e no Brasil ligado ao mundo tático, ao US Army, à polícia e mesmo residentes na Europa, resolveu desvendar a imagem passada por Do Val. Para o grupo, Do Val se aproveita de sua posição como instrutor na SWAT para se promover no Brasil com a venda de cursos e palestras.
O confronto tem se dado na maior parte das vezes online, via redes sociais, e em grupos do aplicativo WhatsApp, com trocas de acusações, compartilhamento de vídeos, denúncias de difamação e supostas ameaças.
Para eles, a imagem passada por Do Val é de que ele faz parte da polícia americana, algo que ele teria afirmado em situações no passado, uma delas registrada em vídeo.
O brasileiro e cidadão americano Lincoln Batista, de 29 anos, membro do US Army e que atualmente está servindo na infantaria do exército no Afeganistão, foi um dos que começou a “briga”. Para ele, o brasileiro está usando o nome da SWAT para se promover no Brasil. “A SWAT é uma instituição que conta com os melhores policiais que são os que dão o crédito à instituição. Mas, uma pessoa que foi contratada para dar aula de imobilização sair falando que é membro da SWAT, tirar fotos mostrando ‘police’ no uniforme e sem passar uma imagem clara do que realmente ele faz para a população é uma vergonha”, disse Batista. “Ele é instrutor de imobilização, mas não um membro da SWAT. Por isso, ele não utiliza arma de fogo, sendo que o trabalho dele não é policial. Mas a propaganda se passando por um policial está explícita. Não é culpa dele que o pessoal entende errado, mas ele passa essa imagem segurando armas como se fosse ferramenta de trabalho dele, mas não é”.
Outro que entrou na briga é Maurício Lima, que vive em Colorado Springs, no Colorado, e é aposentado do US Army, onde serviu por 7 anos e oito meses, incluindo o Iraque e Afeganistão.

Segundo Maurício, Do Val ‘vende’ algo muito superior do que o que ele realmente faz. “De dar exibições aqui na SWAT ele já admitiu que é policial, que é membro da SWAT, postou que foi chamado às pressas depois de 11 de setembro para treinar as Forças Especiais americanas que estavam indo em combate para o Iraque e Afeganistão. Temos os prints de tudo isso que ele postou, pois ele já apagou muita coisa depois que a gente denunciou”, relata. “Eu entrei nessa luta com várias pessoas que são respeitadíssimas do mundo tático aqui e no Brasil e que sabem muito”.

Marcos do Val se defende
Ao ver a onda de críticas tomando força, Do Val publicou um vídeo no dia 24 de fevereiro em sua página do Facebook.
Para ele, essa perseguição começou depois que ele anunciou parceria com a empresa Taurus em um projeto de valorização dos policiais brasileiros, chamado Heróis Reais. “Como a Taurus teve muitos problemas no passado de qualidade de suas armas, gerou muita repulsa por alguns profissionais da área, e por isso partiram para cima de mim com toda essa raiva e campanha de difamação. Tenho tomado providências junto à Delegacia de Crimes Virtuais para que os mesmos respondam pelos crimes de injúria, difamação e calúnia”, explica.
No vídeo, Do Val afirma que não é policial, mas sim instrutor de policiais. “Que me lembre, ao longo desses 17 anos falei duas vezes a frase ‘como sou policial’. Uma vez foi em um vídeo, outra em uma resposta a um seguidor no meu Facebook. Essa frase jamais foi dita com o intuito de tirar qualquer vantagem pessoal”.
Do Val afirmou ainda não ter nenhum vínculo empregatício com a cidade de Dallas, com a Polícia de Dallas, com a SWAT de Dallas, nem com nenhum outro departamento de polícia.
“Eu dei e dou treinamentos de imobilizações táticas para essa unidade e tantas outras unidades da SWAT através da TTPOA e do CATI Treinamento Policial”, disse. “Essa técnica de imobilizações táticas eu desenvolvi na década de 90, no estado do Espírito Santo, e foi ela que abriu tantas portas no mundo inteiro para mim”.
Ao Gazeta, Do Val explicou que embora seja instrutor de imobilização, por causa da relação de confiança com a SWAT de Beaumont, tem a permissão de participar de operações sempre que possível.
“Para a SWAT nos EUA eu sou instrutor somente na disciplina ‘Imobilizações Táticas’, mas me especializei em todas as táticas e técnicas da SWAT. Assim, posso ministrar minhas aulas o mais próximo ainda da realidade da SWAT e usamos na aula armas e equipamentos operacionais”.
“Um brasileiro na SWAT”?
O GAZETA questionou Do Val se o título do livro sobre ele “Um Brasileiro na SWAT” não confunde seus leitores em relação a ele ser ou não policial.
“Criar confusão sobre a natureza do meu trabalho nunca foi meu objetivo. O livro sobre mim conta a minha experiência, os desafios e as vitórias. E esta trajetória narra como vim a ser instrutor na TTPOA (Texas Tactical Police Officers Association), ministrar meu curso de imobilizações táticas para várias equipes táticas policiais (SWAT), mas em momento algum há ali qualquer registro como se eu fosse membro da SWAT de outra forma que não a condição que já expus, como membro honorário da equipe da SWAT de Beaumont”, explica. “Foi justamente na condição de instrutor que sempre me posicionei e sempre mencionei a todos que nunca figurei na qualidade de servidor policial”.
O Gazeta também questionou Do Val em relação a uma matéria publicada no G1 (em 20/10/2007), intitulada “’Tropa de elite’ americana desembarca no Brasil”, que tinha uma referência a Do Val como “membro e instrutor da Swat”, que falou “de seu escritório em Dallas”.
Do Val explicou que, na época, tinha um escritório em Dallas, este independente do Dallas Police Department.
“Quanto aos episódios isolados em que ‘fui policial’ foi algo mencionado, (acho que em duas situações) durante os 17 anos da minha carreira, era minha intenção me referir à posição honorária, não como um servidor público policial. Jamais fiz tais ou quaisquer afirmações com propósito de exercer autoridade, auferir ou angariar vantagem, seja ela de qualquer natureza (moral, patrimonial, etc.). Ou seja, talvez a única impropriedade minha tenha sido em raríssimos lapsos em situações ao vivo suprimir apenas em tais momentos a condição de instrutor/membro honorário quanto à minha posição em relação a polícia”, declarou.
“Oportuno ainda ressaltar aqui a diferenciação evidente entre ‘instrutor policial’ e ‘policial instrutor’. No primeiro caso, trata-se de alguém que realiza instruções a um determinado órgão policial, que é o meu caso, pois eu instruo policiais, ora então, sou um instrutor policial, um instrutor de policiais. No segundo, a situação já seria daquele servidor policial que realiza instruções, expressão esta que jamais utilizei”, explica.

Evidências

O Beaumont Police Department confirmou ao GAZETA a sua relação com Do Val como instrutor. “Marcos do Val não é membro do Beaumont SWAT Team. Marcos conduziu treinamentos na área de táticas de defesa especificamente através do CATI e participou de alguns de nossos treinamentos também. Marcos continua a nos ajudar nessa área e somos agradecidos por seu contínuo esforço em nos ajudar”, escreveu, via e-mail, Sargento J.C. Guedry, Police Community Relations Supervisor/SWAT.
Já o Dallas Police Department (DPD), onde Do Val instruiu recentemente (de acordo com várias evidências mostradas por ele), respondeu ao GAZETA que Do Val não é e nem nunca foi membro nem do DPD, nem do DPD SWAT. “Ele instruiu um curso há alguns anos para o DPD. O DPD não usa seus serviços atualmente e não tem nenhuma ligação com ele”, disse Melinda Gutierrez, do Media Department.
Indagado, Do Val explica que sua relação com o Dallas SWAT é via cursos do TTPOA, dos quais participa desde 2001, e não diretamente com o departamento de polícia.
Este ano Do Val estará novamente como instrutor da conferência da TTPOA, uma convenção com palestras onde são mostradas técnicas policiais como de imobilização, atendimento pré-hospitalar e tático. O CATI vende pacotes para levar policiais brasileiros à conferência. O pacote do “Super SWAT”, que vai de 16 de abril a 5 de maio em Dallas, custa $2 mil dólares.
No entanto, Paulo Semajoto, dono de uma empresa de Ccnsultoria de segurança em São Paulo, insiste que Do Val sempre deixou claro que dava instrução ao Dallas Police Department e à SWAT e só agora nas últimas semanas está esclarecendo que é via TTPOA. “Ele vende pacotes para brasileiros dizendo ‘venha comigo para a SWAT’, mas na verdade ele não leva esses brasileiros para a instituição SWAT”, explica Semajoto. “Agora que ele está sendo desmascarado está deixando claro que é via TTPOA, e não na polícia de Dallas”.

Currículo e outras acusações

Existem outras partes do currículo de Do Val que o grupo também contesta. Seu site (marcosdoval.com.br) lista que foi instrutor de instituições como US Army, Navy Seals, que ministrou treinamentos para o grupo anti-terrorismo da equipe de operações especiais da NASA (Marshall Space Flight Center) nos EUA e que fora chamado com urgência após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 para treinar os soldados americanos que foram lutar na guerra do Afeganistão e Iraque.
A lista inclui até mesmo o Vaticano e mais de 120 corporações policiais e de segurança espalhadas por diversos países.
O grupo questiona e está buscando provas de que Do Val não deu treinamento às Forças Especiais. Para eles, seria impossível Do Val ter treinado forças especiais ativas sem passar por Secret Clearance (investigação minuciosa).
Do Val mostrou um cartão de agradecimento que recebeu do Naval Weapons Station Earle, referente a treinamentos dados em dezembro de 2012 e abril 2013. Ele esclareceu ao GAZETA que não treinou tropas, mas os instrutores das tropas e não passou por Secret Clearance “porque esse processo é somente para quem terá acesso a determinadas informações sigilosas do governo. E esse não foi o meu caso”, disse Do Val.
Porém, Maurício Lima, aposentado da US Army, diz que é impossível Do Val ter treinado os soldados americanos ativos (conforme está escrito em seu website) por diversos motivos.
“Eu sou somente cidadão americano, pois quando obtive a cidadania, precisei perder a brasileira, por causa de Secret Clearance – uma investigação que precisa ser feita na sua vida para constatarem que você é digno de lidar com material secreto. Uma das coisas necessárias para treinar forças especiais ativas que o Do Val fala que treinou e, claro, não treinou nunca, é que se ele não tiver esse Secret Clearance, ele não vai poder treinar forças especiais”, disse Maurício. “Outra coisa é que se ele estivesse treinando tropas ativas, ele jamais poderia postar foto do treino, conforme publicado em sua página do Facebook. Ele pode ter feito uma demonstração, uma exibição informal, nesse caso, num depósito de munição da Marinha (Naval Weapons Station), mas não um treino tático ou militar. Se ele fosse fazer um treinamento oficial, ele teria que ser militar ou policial. Mesmo que fosse um treino para o chefe da tropa, ele precisaria da Clearance”.
Para Maurício, que já perdeu muitos colegas nas guerras do Afeganistão e Iraque, entrar nessa batalha é questão de honra. “Eu entrei nessa quando descobri que ele disse que treinou Forças Especiais Americanas. Aí ele mexeu com a nossa ‘brotherhood’. É o que chamamos de Stolen Valor – o ato de se passar por militar ou policial. Nos Estados Unidos, se você usa isso para lucro próprio é crime. Você pode comprar e usar uniformes oficiais, mas é crime obter lucro. O Marcos Do Val está fazendo isso no Brasil. Aqui ele não fala publicamente que é policial americano. Ele está aplicando o golpe no Brasil. As autoridades dos EUA então não podem fazer nada contra ele. O que pode acontecer – e o que estamos tentando – é que o Departamento de Dallas afirme publicamente que ele não é parte nem nunca foi e possivelmente seja barrado de qualquer exibição. É isso que estamos tentando”.
url da matéria: http://gazetanews.com/brasileiro-da-swat-e-acusado-de-farsa/