segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Piso salarial a policiais defendido por Tarso Genro é inviável, dizem especialistas

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Por.J.Crocci
A proposta feita pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, de criar um piso salarial de R$ 3.200 para policiais civis e militares de todo o País é inviável, afirmam especialistas. O grande efetivo e as diferenças econômicas entre os estados barrariam a iniciativa.
De acordo com o último levantamento do Ministério da Justiça, de 2007, entre os policiais militares do País, apenas os do Distrito Federal tem piso maior que R$ 2.000. O salário mínimo dos policiais do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Pará, por exemplo, não chegam a R$ 1.000.
Para estudiosos de segurança pública, o aumento dos salários de policiais é uma demanda mais que urgente. Alguns casos, como os do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul – com pisos de cerca de R$ 900 e R$ 800, respectivamente - já atingiram níveis críticos. “Não é possível que a gente espere que policiais mal pagos, muitas vezes morando em favelas, não se corrompam, não se seduzam com propinas. É fundamental a melhoria desses salários”, afirma a diretora do Centro de Estudos em Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, Julita Tannuri Lemgruber.
No entanto, embora urgente, o montante necessário para garantir tamanho salto salarial parece não estar disponível. O professor do Núcleo de Estudos Sobre Violência e Segurança da Universidade de Brasília Arthur Trindade Costa afirma que os grandes efetivos policiais do País inviabilizariam a proposta. “É um gasto muito alto. É um efetivo gigantesco. Acho muito pouco provável que essa ideia vingue”.
De acordo com dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública, os estados brasileiros gastaram, ao todo, R$ 33,5 bilhões com segurança pública em 2007. A maior parte deste gasto destina-se ao pagamento de salários de policias militares, civis e bombeiros. Entre estes policiais – cerca de 600 mil – a grande maioria recebe salários menores do que o proposto por Tarso.
Para se ter um ideia, se o estado da Bahia decidisse adotar o novo piso, teria que somar aos R$ 1,7 bilhão já gastos em segurança pública por ano, mais R$ 710 milhões. O Estado de Pernambuco, que tem cerca de 20 mil dos 25 mil policiais ganhando menos que R$ 3.200, teria que investir mais R$ 470 milhões. Para Costa , o que é possível fazer no momento, “é realmente aumentar os salários no Rio do Janeiro“.
O Ministério da Justiça anunciou que pretende subsidiar o aumento do piso salarial dos policiais cariocas entre 2010 e 2016, na ação intitulada “Bolsa Olímpica”. De um mínimo que gira em torno de R$ 800, os mais baixos escalões passarão a receber os R$ 3.200. Tarso Genro afirmou que está trabalhando junto à Comissão de Orçamento do Congresso Nacional para reservar, em 2010, cerca de R$ 900 milhões para garantir o aumento. A ação é do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), órgão do Ministério da Justiça criado em 2007 para promover a qualificação e a melhoria da segurança pública nos estados.
A coordenadora do Curso de graduação em Segurança Pública da Universidade Católica de Brasília e ex-coordenadora de analise criminal da Secretaria Nacional de Segurança Pública (2003 e 2004) Marcelle Figueira aprova a iniciativa, mas critica o foco nas datas celebrativas. “No Rio, a questão do salário é uma das coisas mais fundamentais, mas é importante que isso não tome o caráter de uma ação apenas para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas”.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Investigador do DHPP ganha Copa do Mundo das polícias

fonte: http://www2.policiacivil.sp.gov.br
O investigador Elcio Mello conquistou a 27ª Super SWAT Cop, competição individual considerada a Copa do Mundo das polícias. O torneio aconteceu na Flórida, Estados Unidos, entre 29 de novembro e 4 de dezembro. Mello enfrentou 500 concorrentes de corporações do mundo todo.
O grau de dificuldade da competição permitiu a participação de apenas 35 policiais na final, integrantes de grupos táticos especiais norte-americanos, húngaros, suíços e alemães. O investigador superou todos.
Mello integra o Setor de Operações Especiais do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). O investigador conseguiu, em 32 minutos e 5 segundos, percorrer uma pista de uma milha e meia ( 2.414 metros ), tendo como tarefas correr, rastejar, escalar muros, realizar resgate aéreo, atirar e nadar. Ele cometeu apenas um erro e foi penalizado em um minuto, mas mesmo assim conquistou o primeiro lugar. Essa é a primeira vez que um policial estrangeiro conquista a Super SWAT Cop.
A Super SWAT Cop faz parte do SWAT Round-Up, o principal evento internacional de competições envolvendo integrantes de grupos táticos. Os policiais participam de palestras e aulas práticas sobre procedimentos em casos de crises. O ponto alto é a competição, que testa a resistência, precisão e controle emocional do policial.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A origem da Polícia no Brasil

A origem da polícia no Brasil
Polícia é um vocábulo de origem grega (politeia), e passou para o latim (politia), com o mesmo sentido: "governo de uma cidade, administração, forma de governo". No entanto, com o passar do tempo, assumiu um sentido particular, "passando a representar a ação do governo, enquanto exerce sua missão de tutela da ordem jurídica, assegurando a tranqüilidade pública e a proteção da sociedade contra as violações e malefícios".

Martim Afonso de Souza: organização da ordem pública
No Brasil, a idéia de polícia surgiu em 1500, quando D. João III resolveu adotar um sistema de capitanias hereditárias, outorgando uma carta régia a Martim Afonso de Souza para estabelecer a administração, promover a justiça e organizar o serviço de ordem pública, como melhor entendesse, em todas as terras que ele conquistasse. Registros históricos mostram que, em 20 de novembro de 1530, a Polícia Brasileira iniciou suas atividades, promovendo Justiça e organizando os serviços de ordem pública.

A estrutura policial brasileira
Em terras brasileiras, o modelo policial seguiu o medieval português, no qual as funções de polícia e judicatura se completavam. A estrutura era composta de figuras como o Alcaide-Mor (juiz ordinário com atribuições militares e policiais), pelo Alcaide Pequeno (responsável pelas diligências noturnas visando prisões de criminosos), e Quadrilheiro (homem que jurava cumprir os deveres de polícia).
O Alcaide Pequeno coordenava o policiamento urbano, auxiliado pelo escrivão da Alcaidaria e por quadrilheiros e meirinhos (antigo oficial de Justiça). As diligências noturnas – combinadas em reuniões diárias na casa do Alcaide Pequeno – eram acompanhadas pelo escrivão, que registrava as ocorrências enquanto quadrilheiros e meirinhos diligenciavam pela cidade, seguindo as instruções recebidas nas reuniões.
Pelo Alvará Régio de 10 de maio de 1808, D. João criou o cargo de Intendente Geral de Polícia da Corte e nomeou o desembargador Paulo Fernandes Viana para exercer o cargo, iniciando-se, assim, uma série de grandes modificações no organismo policial. Viana criou, pelo Aviso de 25 de maio de 1810, o Corpo de Comissários de Polícia, que só se tornou realidade por força de uma portaria do Intendente Geral de Polícia, Francisco Alberto Teixeira de Aragão, em novembro de 1825.

Mudanças e inovações
De 1808 a 1827, as funções policiais e judiciárias permaneceram acumuladas; mas com a promulgação do Código de Processo Criminal do Império, a organização policial foi descentralizada. Em 1841, a Intendência Geral de Polícia foi extinta, criando-se o cargo de Chefe de Polícia, ocupado até 1844 por Euzébio de Queiroz Coutinho Matoso Câmara. A lei de 03 de dezembro de 1841 proporcionou uma mudança radical, com a criação, em cada província e também na Corte, de uma Chefatura de Polícia. Nela, o Chefe de Polícia passou a ser auxiliado por delegados e subdelegados de Polícia.
Em 31 de janeiro de 1842, o regulamento nº 120 definiu as funções da polícia administrativa e judiciária, colocando-as sob a chefia do Ministro da Justiça. Em 20 de setembro de 1871, pela Lei n.º 2033, regulamentada pelo Decreto n.º 4824, de 22 de novembro do mesmo ano, foi reformado o sistema adotado pela Lei n.º 261, separando-se Justiça e Polícia de uma mesma organização e proporcionando inovações que perduram até hoje, como a criação do Inquérito Policial.
fonte: http://www.ssp.sp.gov.br/institucional/historico/origem.aspx

sábado, 28 de novembro de 2009

Policial adamantinense é condecorado com a Medalha Olavo Bilac

 
O policial civil Israel Pereira Coutinho, foi condecorado no último dia 26, com a Medalha Olavo Bilac, conferida pelo Exército Brasileiro, através da Academia de Estudos e Assuntos Históricos, pelos relevantes serviços prestados ao Tiro de Guerra de Adamantina.
A conceção da medalha se deu através do 1º Sargento de Artilharia Silas Anderson de Oliveira, Instrutor do TG 02-080, que também foi o paraninfo da homenagem.

Saiba mais sobre Olavo Bilac.
Olavo Bilac nasceu na cidade do Rio de Janeiro. Poeta, jornalista, fundador e membro da Academia Brasileira de Letras, foi um ardoroso nacionalista, abolicionista e grande propugnador do Serviço Militar Obrigatório e dos tiros-de-guerra. Percorreu o País, tanto as mais recônditas regiões, como as capitais, conclamando a mocidade para servir à Pátria que ele tanto amava. Precursor da campanha pela alfabetização, foi eleito Príncipe dos Poetas Brasileiros. Dentre sua extensa obra, destacam-se a letra do Hino à Bandeira, o poema épico "O Caçador de Esmeraldas" e o belo soneto "A Pátria". Na data do seu nascimento, 16 de dezembro, comemora-se o Dia do Reservista. Faleceu no Rio de Janeiro, aos 53 anos.
Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac foi o mais ardoroso defensor do modelo de recrutamento, vigente há quase um século no Brasil. A constatação do absoluto ajustamento do sistema de conscrição à atualidade brasileira é, por si só, prova sobeja da visão prospectiva desse insigne patriota, mui justamente consagrado Patrono do Serviço Militar.
Quando Bilac engajou-se na campanha do Serviço Militar, descortinou-se a dimensão maior de sua personalidade, centrada em profundo patriotismo e dedicação ao Brasil.
As primeiras lições de civismo, colheu-as no próprio lar, em ambiente de simplicidade e dedicação.
Orador fecundo, enfático e inspirado, faria, mais tarde, ecoar por todos os recantos do Brasil, o seu protesto veemente ao divórcio dos meios civil e militar. Chegava a inflamar-se ao contestar as acusações de militarismo, que muitos, em sua época, atribuíam às medidas adotadas para o aperfeiçoamento do Serviço Militar.
O autor da letra do Hino à Bandeira e da grandiosa "Oração à Bandeira", empenhou-se, ainda, na ação educacional cívica, buscando a promoção dos mais puros ideais da nacionalidade. Sob essa inspiração, fundou a Liga de Defesa Nacional, em 1916, para lutar pela preservação de nossos valores maiores ao longo do tempo.
Bilac era, acima de tudo, um patriota consciente do momento histórico, um combatente pelo civismo, ao qual não hesitava em devotar-se, por inteiro. Em 1915 e 1916, empreendeu peregrinação pelo País, conscientizando os brasileiros da necessidade do Serviço Militar Obrigatório, pregando a verdadeira cidadania. Sua missão, iniciada em São Paulo, e ressonante no Rio de Janeiro, tornou-se alvo de destacada homenagem no Clube Militar. Prosseguiu rumo a Minas Gerais e ao Rio Grande do Sul, defendendo, com ardor, a associação de todos os brasileiros à sua causa.
Embora com sacrifício da saúde, Bilac alimentava o firme desejo de levar sua pregação ao Norte e ao Nordeste do Brasil, seguindo o itinerário que já havia traçado, durante suas viagens para a campanha de defesa do Serviço Militar.
Mas no apagar de 1918, quando a cidade do Rio de Janeiro se preparava para um novo ano, correram sentidas lágrimas pela notícia da morte do querido poeta. A mesma carreta de artilharia que servira para transportar o corpo de Osório para o cemitério, conduziu Bilac ao sepulcro.
Na sua eternidade, a Pátria reverenciará sempre aquele que, com o coração e a ação, mostrou aos brasileiros a nobreza do dever militar.
fonte:http://www.exercito.gov.br/01inst/Historia/Patronos/olavobil.htm

domingo, 8 de novembro de 2009

Policiais e Militares brasileiros recebem treinamento da SWAT

fonte da imagem:http://kailao.com/wp-content/uploads/2008/05/swat-training.jpg

Entre os dias 4 e 21 de novembro, instrutores da SWAT – Special Weapons and Tactics, dos Estados Unidos, realizam a 5ª edição do curso de Armas e Táticas Especiais no campus II em Mogi das Cruzes, na grande São Paulo.

O curso de especialização, aprovado pelo Departamento de Estado Americano e organizado pela Academia de Polícia Civil “Dr Coriolano Nogueira Cobra” (Acadepol), é ministrado por oito instrutores habilitados pela SWAT de Miami, sendo seis oficiais e um paramédico, com destaque para o major Armando Guzman – chefe de operações do Departamento de Polícia de Miami, além da participação do delegado de polícia, Mauricio José Lemos Freire, instrutor brasileiro habilitado pela SWAT.
Mauricio Freire é, até hoje, o único instrutor não-americano credenciado pelo Departamento de Polícia de Miami. O reconhecimento da sua capacidade resultou em quatro passagens de membros da Swat no Brasil, para a realização de cursos em conjunto com a Acadepol, sendo o último deles realizado em setembro de 2005.
O objetivo do curso é preparar o policial para atividades específicas como proteção de autoridades, técnicas de rapel, entradas táticas, operações de resgates, busca em edificações e outras abordagens operacionais. Os 52 alunos participantes passaram por uma verdadeira seleção que reúne exame médico, psicológico e condicionamento físico, além de minuciosa avaliação do nível de stress no início, durante e no término do curso com duração de três semanas que encerra no dia 21 de novembro.
A Acadepol disponibilizou 60 vagas, cuja demanda teve 370 inscritos, que após rigorosa seleção, fechou o grupo com 35 policiais civis do Estado de São Paulo, 2 policiais civis do Paraná (Grupo Tigre), 3 policiais civis do Rio de Janeiro (Grupo Core), 3 policiais federais do Departamento de Polícia Federal, 3 militares do Exército Brasileiro, 3 da Marinha do Brasil, 3 da Aeronáutica, totalizando 52 participantes.
Os alunos que utilizarão toda a estrutura da Acadepol, terão ainda equipamentos e armamentos utilizados pela polícia americana e treinamento intensivo com helicóptero e simulações de perigo tanto em terra como no mar.
Por Wilson Elias
DGP - Assessoria de Imprensa
fonte:http://www.policiacivil.sp.gov.br/2008/noticias/noticias2009/nov/05nov2009_acadepol_swat/index.html

REPRESENTAÇÃO COLETIVA VAI À SECRETARIA DA SEGURANÇA

        Neste dia quatro de novembro de 2009, às 15 horas, os presidentes e diretores de entidades integrantes da “Representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo”, Srs. Oscar de Miranda, da AEPESP; Alaor Bento da Silva, da APPESP; Eraldo de Farias, da ACARCEPOL; Maria Alzira da Silva Corrêa e Eumauri Lúcio da Matta, do Sinpol de Ribeirão Preto; Maria Aparecida Queiroz Almeida e Dr. Paulo César M. Neves, do Sinpol de Sorocaba; Aparecido Lima de Carvalho, do Sinpol de Campinas; Lúcio Flávio Moreno, do Sinpol de Presidente Prudente e Jarim Lopes Roseira, da IPA/SP e do Sinpol de Mogi das Cruzes, foram recebidos pelos Srs. Drs. Antonio Ferreira Pinto e Willian Sampaio de Oliveira, respectivamente Titular e Adjunto da Secretaria da Segurança Pública.
      As lideranças foram em busca de esclarecimentos acerca do andamento dos projetos de lei complementar que tratam da incorporação do “ALE” e da reestruturação das carreiras policiais civis e receberam dos dois secretários as seguintes informações:
1)     O projeto do “ALE” já se encontra tramitando no Palácio do Governo, dependendo ainda de manifestação das áreas técnicas e financeiras para, em seguida, ser submetido ao Sr. Governador do Estado;
2)     A “Reestruturação” ainda se encontra  no Gabinete do titular da Pasta da Segurança, porquanto os representantes de algumas carreiras que se sentem prejudicadas, continuam enviando propostas de emendas ao texto original;
3)     Depois que forem recebidas e avaliadas todas as queixas e sugestões, o projeto da “Reestruturação” retornará à DGP, para nova análise e eventuais alterações que se façam necessárias.
      Os representantes de classe deixaram patente a preocupação das entidades e de seus associados com a proximidade do recesso parlamentar, que se iniciará no mês de dezembro, assim como com a desincompatibilização do Sr. Governador, que se dará entre março e abril de 2010 em razão do pleito eleitoral.
      É a “Representação Coletiva” fazendo a sua parte em prol dos seus associados e de uma Polícia Civil melhor para todos.
                                           Jarim Lopes Roseira
                    Presidente da Seção Regional da IPA em São Paulo
fonte:http://www.ipa-brasil.org.br/ 

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Operação Gênese da Polícia Civil termina com mais de dois mil presos em SP


Quase 10 mil policiais trabalharam na megaoperação

A Polícia Civil concluiu, às 13 horas da quinta-feira, 29, a Operação Gênese. Mais de duas mil pessoas foram presas em 645 municípios do Estado de São Paulo. Com quase 1/3 do efetivo da polícia empregado na ação, 102 quilos de drogas e 112 armas foram apreendidos. Segundo o delegado geral de polícia Domingos Paulo Neto, "esse tipo de operação demonstra a capacidade de mobilização e sigilo da Polícia Civil". Quase 10 mil policiais trabalharam na megaoperação.
A Operação Gênese resultou na prisão de 509 pessoas em flagrante e 1.601 por mandado de prisão. Oitenta e um foragidos foram recapturados e 170 adolescentes apreendidos. No total, 2.191 acabaram presos. Com a ação, 397 Autos de Prisão em Flagrante foram elaborados, assim como 333 Termos Circunstanciados.
O tráfico de drogas também foi combatido durante a operação. Em todo o Estado, os policiais apreenderam 57,33 quilos de maconha, 23,16 quilos de cocaína, 18,59 quilos de crack e 3,26 quilos de drogas variadas. No total, 102,36 quilos de drogas foram tirados das ruas. Durante a operação também foram apreendidos 494 veículos e outros 57 recuperados.
Armas ilegais, pirataria e a prática de jogos de azar também sofreram revezes. Na lista de apreensões: 112 armas de fogo; e 345 máquinas caça-níques dentre 3.153.554 objetos irregulares.
Foram empregados na Operação Gênese 9.299 policiais em 3.024 viaturas. Para Paulo Neto os números são resultado de um trabalho integrado entre as unidades de inteligência da Polícia Civil. "Esse trabalho causa grande impacto na criminalidade", diz o delegado geral.
Outro resultado a ser apontado é a ausência de baixas nas equipes empregadas na ação. Apenas um policial civil, durante o cumprimento de um mandado, sofreu uma queda acidental em São José do Rio Preto. Ele passa bem.

Da Secretaria da Segurança Pública - Sex, 30/10/09 - 09h00
fonte:http://www.ssp.sp.gov.br/home/noticia.aspx?cod_noticia=18003

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Recadastramento de armas de fogo

O Recadastramento Nacional de Armas é obrigatório e termina em dezembro deste ano. Quem deixar de recadastrar e for pego com uma arma de fogo sem registro poderá responder criminalmente, sujeito à pena de detenção de 1 a 3 anos e multa.
A Lei nº. 11.922, de 13 de abril de 2009, prorrogou para 31 de dezembro de 2009 os prazos de que tratam o § 3º. do art. 5º. e o art. 30, ambos da Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003.
Portanto, até 31/12/2009, o cidadão PODERÁ registrar armas de fogo de USO PERMITIDO não registradas (art. 30, Lei nº. 10.826/03) e renovar o registro de armas que possuem o registro estadual (art. 5º., § 3º., Lei nº. 10.826/03), podendo fazê-lo de três maneiras:
1. Obter o registro provisório emitido no site da Polícia Federal e dirigir-se a unidade mais próxima da Polícia Federal, munido do registro provisório de arma de fogo em 2 (duas) vias, original e cópia, ou cópias autenticadas, da cédula de identidade, CPF e do comprovante de residência fixa, e ainda, do registro estadual se for o caso. A arma deve permanecer na residência do cidadão, não devendo ser levada para a unidade da Polícia Federal.
2. Dirigir-se a uma unidade própria dos Correios para obter o registro provisório da arma de fogo munido de original e cópia, ou cópias autenticadas, da cédula de identidade, CPF e do comprovante de residência fixa, e ainda, dos dados da arma de fogo (número de série, espécie, calibre, marca) ou registro estadual se for o caso. A arma deve permanecer na residência do cidadão, não devendo ser levada para a agência dos Correios.
3. Dirigir-se a um estabelecimento filiado à ANIAM (Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições) para obter o registro provisório da arma de fogo munido de original e cópia, ou cópias autenticadas, da cédula de identidade, CPF e do comprovante de residência fixa, e ainda, dos dados da arma de fogo (número de série, espécie, calibre, marca) ou registro estadual se for o caso. A arma deve permanecer na residência do cidadão, não devendo ser levada para o estabelecimento filiado. Clique aqui para verificar a lista dos estabelecimentos filiados.
fonte: http://www.dpf.gov.br/

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A História da SWAT

SWAT é um acrônimo em inglês para Special Weapons And Tactics (Armas e Táticas Especiais).
Nos Estados Unidos, SWAT é o nome dada a uma unidade de polícia altamente especializada nos departamentos das grandes cidades. Baseado na premissa de um grupo seleto, altamente treinado e bem disciplinado, formado por policiais voluntários, são especialmente equipados e treinados para poderem reduzir o risco associado a uma situação de emergência. Isto pode incluir ataques coordenados a alvos específicos, tais como: criminosos fortemente armados em locais abrigados, mandados de prisão de alto risco e operações com reféns localizados e desativação de artefatos explosivos, além de atividades como escolta VIP e combate ao "inimigo interno" (terroristas infiltrados em solo americano). Os policiais da SWAT são equipados com um armamento diferenciado dos patrulheiros, incluindo submetralhadoras, carabinas, gás lacrimogêneo e granadas de mão, além de rifles para franco-atiradores.
A primeira unidade SWAT foi criada após três incidentes ocorridos na década de 70 na cidade de Los Angeles ("Watts Riots", "Surrey Street Shootings e "Charles Withman incident"), alguns oficiais da Polícia de Los Angeles acharam por bem criar uma equipe especializada no atendimento de situações não convencionais. Foi então que, em 1967, um jovem policial chamado John Nelson, apresentou um ousado projeto ao inspetor Daryl F. Gates (o qual, anos mais tarde, seria o chefe de Polícia de Los Angeles). Tal idéia consistia na criação de uma equipe diferenciada, composta por policiais que possuíssem treinamento militar e com experiência em campo. Esse grupo, inicialmente formado por quinze equipes de quatro homens, funcionaria em sistema de sobreaviso e a eles, seriam dadas armas específicas, não usadas pelos patrulheiros comuns. Foi então que, em cima dessa idéia, surgiu, no final da década de 70, a famosa SWAT, listada como o "Pelotão D" do L.A.P.D.
Em 1969 confrontaram-se com o grupo Black Panthers (Panteras Negras) naquela cidade. Em 1974 enfrentaram o chamado Exército Simbionês de Libertação (sigla em inglês, SLA).
A década de noventa também revelou alguns episódios que marcaram a ação dos homens da SWAT, dentre os quais, um em especial, ocorrido numa sexta-feira, dia 28 de fevereiro de 1997. Nesta data, dois perigosos marginais – Larry Eugene Phillips e Emil Dechebal Matasareanu –, armados com fuzis de assalto AK-47, Bushmaster .223 e H&K .308, além de pistolas semi-automáticas Beretta cal. 9mm, ingressaram no Bank of America, localizado no número 6.000 da Laurel Canyon Boulevard (LA, North Hollywood), com o propósito de roubá-lo. Tais marginais, há cerca de dois anos, já eram procurados pelo esquadrão de detetives da RHD (Robbery and Homicide Division) do LAPD, haja vista que, num roubo por eles praticado em Chatsworth, os mesmos haviam assassinado um guarda de segurança com tiros disparados por um fuzil AK-47. Ao entrarem no Bank of America, os bandidos foram vistos por um carro de patrulha que por ali passava. Os policiais, ao escutarem sons de tiros vindos do interior do banco, pediram apoio pelo rádio, não sem antes, providenciarem o cerco do local. Quando os assaltantes saíram do banco, perceberam a movimentação de alguns patrulheiros e, em virtude disso, passaram a atirar imoderadamente contra os mesmos. O problema era que os policiais portavam apenas armas curtas (pistolas cal. 9mm) e algumas espingardas calibre 12, contra os poderosos fuzis ostentados pelos ladrões.
Esse grave episódio, ao todo, durou cerca de quarenta e quatro minutos, sendo que doze policiais e oito pessoas ficaram feridas. Foram mais de mil e quinhentos tiros disparados, de ambas as partes. Como resultado desse tiroteio, os patrulheiros de Los Angeles passaram a ter acesso direto a fuzis M-16 quando em serviço, a fim de, numa eventual situação similar, não ficarem os mesmos em situação de inferioridade.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/SWAT

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Policial adamantinense é condecorado com a mais alta comenda da Polícia Civil

Considerando deliberação unânime do Conselho da Polícia Civil do Estado de São Paulo, em sessão extraordinária realizada em 10 de setembro de 2008, o Conselho de Honrarias e Méritos do Estado de São Paulo, diante dos relevantes serviços prestados à Instituição Policial Civil, de acordo com a portaria DGP-11 (publicada no Diário Oficial do dia 13 de março de 2009), o Investigador Israel Pereira Coutinho foi condecorado com a Medalha Jorge Tibiriçá - a mais alta comenda que um policial civil pode receber.
O título foi instituído em homenagem ao criador da polícia de carreira, Jorge Tibiriçá Piratininga, que foi o segundo governador do Estado de São Paulo e o seu sétimo presidente.
A honraria que existe desde o ano de 1978, foi entregue em poucas ocasiões. Fora das fileiras policiais, poucas pessoas foram agraciadas com a medalha. Dentre estas, podemos destacar algumas personalidades da cúpula governamental como o Governador José Serra e o Secretário Chefe da Casa Civil, Alysio Nunes Ferreira Filho, dentre outros.
É a primeira vez que um adamantinense figura nesta honraria. Na escolha, são lavados em conta o histórico policial e o currículo pessoal do homenageado.
Coutinho, 20 anos na Polícia, investigador-chefe da Seccional de Adamantina, e que já coordenou ações policiais em níveis estadual e nacional, aguarda a data para receber a comenda, provavelmente na Academia de Polícia de São Paulo.
(matéria de Francisco Netto, publicada no Diário do Oeste em 20 de março de 2009)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O Investigador Israel conclui curso de Balística Forense na Academia de Polícia

Através do convênio SENASP MJ nº339/2008, foi realizado na Academia de Polícia do Estado de São Paulo, de 14 a 19 de setembro de 2009, curso para a primeira turma de Capacitação de Policiais Civis em Balística Forense. Na foto projéteis de munição "Copper Bullet" da C.B.C., recolhidos do tanque balístico após serem disparados de uma pistola Taurus PT-100 no calibre .40 S&W.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Armamento da Polícia Civil de São Paulo

Os policiais dos grupos de operações especiais usam armamento diferenciado em relação ao policial comum.
Na foto uma espingarda semi-automática Benelli Super 90 e uma Fuzil Sniper Remington 700.



Policiais de Adamantina participam de Workshop com o Grupo de Operações Especiais de São Paulo

Na foto o policial Israel à bordo do Helicóptero Pelicano empunhando uma Carabina Bushmaster XM4 calibre 5,56x45.

Policiais em treinamento em Adamantina

Todo policial deve estar em constante treinamento.
Na foto policiais treinam tiro com pistola semi-automática.

MOD para SWAT 3 "Polícia Civil Edition" criado por Israel Pereira Coutinho

O modificador para o jogo SWAT 3, "Polícia Civil Edition", permite que você tranforme o seu jogo numa verdadeira operação policial civil. O MOD dispões de Delegados, Investigadores, Escrivãs de Polícia, além de membros dos grupos de operações especiais como G.A.R.R.A., G.O.E., G.E.R., Antibomba etc.