quarta-feira, 24 de maio de 2017

.223 Remington vs 5,56 X 45 mm: O que você não sabe poderia te machucar


Fonte da imagem: http://cdn6.bulkammo.com

por Bob Owens
(tradução e adaptação Israel Pereira Coutinho*)

É perigoso atirar com munição calibre 5,56 x 45 mm em um AR15 com câmara  .223 Remington? Ou os fóruns de Internet e a as empresas que comercializam munições estão superestimando os perigos? Acredite ou não, existe um perigo real, e alguns proprietários de armas que pensam que estão fazendo a coisa certa podem estar correndo risco.

Os cartuchos

Os cartuchos .223 Remington (também chamado de .223 Rem ou simplesmente .223) e 5,56 × 45 mm (também chamado de 5,56 OTAN, 5,56 NATO, 5,56 Militar ou simplesmente 5,56) são muito semelhantes, e externamente parecem os mesmos. Mas há algumas diferenças que não são visíveis num exame superficial.
O cartucho do 5,56 x 45 mm, por exemplo, têm paredes mais grossas para suportar pressões mais altas, o que significa que o volume interior deste cartucho é menor do que o de um cartucho de .223 Remington. Isso alterará os dados de carregamento usados ​​ao recarregar cápsulas de 5,56 com especificações do .223.
Algumas cargas de 5,56 têm um comprimento total ligeiramente mais longo do que as cargas comerciais de .223.

As câmaras

A diferença significativa entre os 223 Rem e 5,56 NATO reside nos fuzis, e não nos cartuchos. Tanto o .223 e 5,56 têm fuzis com câmara projetados para qualquer dos cartuchos, mas o componente crítico, o leade, será diferente em cada fuzil.
O leade é o espaço localizado entre o fim da câmara e o início do raiamento do cano . Isto é, a porção onde o projétil da munição intacta está localizado quando um cartucho está na câmara. O leade é frequentemente chamado de "garganta".
Em um fuzil .223 Remington, o leade será 0,085 ". Este é o padrão descrito pelo Sporting Arms and Ammunition Manufacturers’ Institute, Inc. (SAAMI). O leade em um fuzil 5,56 x 45 mm (especificação de OTAN) é 0.162 ", ou seja, quase o dobro em relação ao .223.
Um leade mais curto em um fuzil de especificação SAAMI cria uma situação em que um projétil 5,56 x 45 mm, quando introduzido na câmara, pode entrar em contato com o raiamento antes de ser disparado. Por ter contato com o raiamento prematuramente ,  a pressão na câmara pode ser elevada dramaticamente, no momento do disparo, criando o perigo de uma ruptura da cápsula ou outra falha de munição ou da arma.
Ao contrário, não há risco ao se disparar um cartucho .223 Remington em uma arma 5,56 X 45 mm. O leade é mais longo, assim haverá uma perda ligeira na velocidade e na precisão, mas não há um perigo de pressões elevadas e de alguma falha grave.
Qual seria o risco de se disparar munições 5,56 X 45 mm em armas .223 Remington? É tão perigoso que o SAAMI lista munições militares em 5,56 X 45 mm para não serem usadas em armas de fogo calibre .223 Remington, no folheto intitulado "Insegura Combinação Arma de Fogo-Munição".
A ATK, empresa-mãe dos fabricantes de munições Federal Cartridge Company e Speer, publicou um boletim intitulado "A diferença entre .223 Remington e cartuchos militares 5,56 X 45 mm." Neste boletim, ATK afirmou que ao usar munição 5,56 X 45 mm em um fuzil .223 Remington poderia resultar em ... vazamentos de gás pelo bolso da espoleta, explosão da cabeça do cartucho e problemas de funcionamento da arma".
No entanto, o perigo pode ser menor do que SAAMI ou ATK propõem. Na Nota Técnica nº 74 da ArmaLite, a empresa afirma que "milhões de munições da OTAN foram disparadas com segurança nas câmaras da Eagle Arms e ArmaLite's® com especificações SAAMI nos últimos 22 anos", e não tiveram falhas catastróficas.

imagens: Internet/edição: Israel Coutinho

De acordo com ArmaLite:

"Ocasionalmente, uma munição não padronizada (geralmente importada) se encaixa de maneira muito justa no leade, e a resistência ao movimento precoce do projétil pode causar elevadas pressões na câmara. Essas pressões são percebidas nas espoletas excessivamente achatadas ou nas manchas de pólvora em torno da espoleta em razão do vazamento de gases da combustão ".

O que você tem?

Assim, se você possui um fuzil seja com câmara .223, seja com câmara 5,56;  você sabe para qual calibre é realmente foi feita a câmara?
Muitos fuzis de precisão são fabricados em .223 Remington (especificações da SAAMI) para tolerâncias mais justas e teoricamente, melhor precisão.
Muitos dos AR-15 atualmente vendidos no mercado são feitos para o cartucho 5,56 X 45 mm. Se você possui um destes, você vai se sair bem tanto com munições de  .223  Remington quanto munições de 5,56 X 45 mm.

No entanto, ATK deixou cair esta bomba no boletim do .223 / 5,56:

"É nosso entendimento que os fuzis AR15 e M16, comercialmente disponíveis - embora alguns estejam estampados 5,56 Rem no receptáculo - são fabricados com câmaras .223 ".
Assim, mesmo que seu AR esteja estampado 5,56, será que realmente é? Verifique o manual do proprietário ou ligue diretamente para a empresa e certifique-se de obter uma resposta que te deixe tranquilo.
Como se a confusão em relação às câmaras .223 vs 5,56 não fosse suficiente, há uma terceira possibilidade na mistura, que está sendo usada por pelo menos um dos grandes fabricante. A câmara .223 Wylde é uma câmara modificada das especificações .223 SAAMI que permite o uso seguro de munições 5,56 X 45 mm, mas mantém tolerâncias mais justas para uma melhor precisão.

Sim, sim ... Qual é conclusão?

Aqui está a conclusão. Se você quiser seguir seu curso o mais seguro possível, sempre atire com munição .223 Remington. O cartucho .223 Remington será disparado com segurança em qualquer fuzil com câmara para o .223 ou 5,56.
Se você quiser atirar com munição 5,56 X 45 mm, certifique-se de ter um fuzil projetado para o cartucho 5,56 militar. Atirar com 5,56 em um fuzil normal  .223 Remington pode não resultar em coisa boa.

url da matéria: https://bearingarms.com/bob-o/2011/02/15/223-remington-vs-556-nato-what-you-dont-know-could-hurt-you/

*Israel Pereira Coutinho é Professor de Armamento e Tiro da Academia de Polícia do Estado de São Paulo e Membro da National Rifle Association

terça-feira, 23 de maio de 2017

Ariana Grande Attack Aftermath: How Vulnerable Is the U.K. to Extremism?


image source: Internet
Joseph Hincks
At least 22 people have been killed and around 59 injured after a suicide bomb attack at Monday night's Ariana Grande concert at the Manchester Arena, a 21,000 capacity concert venue in the U.K.'s third most populous city.
Greater Manchester Police chief constable Ian Hopkins said police believe the attacker was a lone wolf who died at the scene, although they are trying to establish if the attacker was part of a network. No organization has yet claimed responsibility or involvement in the atrocity, but there are good reasons to fear the operations of terror groups, and self-radicalized, religiously inspired lone wolves in the U.K.

1. Approximately 850 Britons have joined jihadist organizations in Syria and Iraq

In August 2014 British Prime Minister Theresa May, who was at the time Home Secretary, raised the U.K's terror threat level to 'severe' meaning that an attack was highly likely. The severe threat level—one below 'critical', which signifies an imminent attack—was raised in response to warnings of threats posed by British jihadists returning from fighting in Syria and Iraq.
British intelligence agencies estimate that approximately 850 people from the U.K. travelled to Syria and Iraq to fight for or support jihadist organizations there. As of February this year about half had returned, the BBC reports. By March, security officials said they were preparing for the return of hundreds more fighters as ISIS loses territory. The group's stronghold cities of Mosul in Iraq and Raqqa in Northern Syria are both expected to fall this summer.
“It is possible they are going to return indoctrinated, deeply dangerous and damaged," one government source told The Guardian.

2. Terrorists have attempted to attack Manchester before

In November 2015, a New York City judge jailed Pakistan national Abid Naseer for 40 years after he was convicted of plotting mass suicide bomb attacks in Manchester in 2009.
Naseer, 29—who was extradited to the U.S. for trial—was arrested after intelligence services intercepted communications that suggested he was two days away from carrying out an attack at Manchester’s Arndale shopping center on a busy Easter weekend, the Manchester Evening News reports.
The plot involved a car bomb attack next to the shopping center, with subsequent suicide bombings at separate locations targeting those fleeing the initial blast. Nine other Pakistani nationals in the U.K. cities of Liverpool and Manchester were arrested along with Naseer.

3. British police are constantly anticipating an terrorist attack

Britain's most senior counter terrorism officer Mark Rowley said in March this year that the U.K. had thwarted 13 terror attacks since the murder of Lee Rigby, a solider hacked to death on the streets of southeast London in 2013. Some of those attacks, Rowley said, would have been on the scale of those carried out in Paris in 2015 and Brussels in 2016.
While U.K. intelligence services have a strong record of anticipating terrorist attacks—garnered in part through experience dealing with the Irish Republican Army (IRA) during the 1970s to 1990s—some are always expected to slip the net. Former Metropolitan Police Commissioner Sir Bernard Hogan-Howe wrote in August last year that it was a question "of when not if" an attack in Britain would occur.
This March, Britain Khalid Masood drove a car into pedestrians near the U.K. Parliament before stabbing a police officer in an attack that left five people dead, including himself. Last month, another attack near Parliament was thwarted after armed police swooped on a man carrying knives.If confirmed as a terrorist attack, Monday night's bombing would be the deadliest in Britain since four suicide bombers killed 52 people in coordinated attacks on London's transport system in July 2005.
url: http://time.com/4789816/manchester-ariana-grande-terrorism-islamist-extremism/


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Caminhão com carga de maconha e arsenal é apreendido em Teodoro Sampaio

Pistolas, fuzis e metralhadoras de calibre .50 estavam em um fundo falso do veículo. Produtos seriam levados para o Rio de Janeiro (RJ).

Armas, drogas e munições estavam em um fundo falso de um caminhão (Foto: Polícia Civil/Cedida)
Por G1 Presidente Prudente
Um caminhão carregado com mais de quatro toneladas de maconha, fuzis e várias munições foi apreendido na noite desta terça-feira (16), em Teodoro Sampaio. A apreensão foi feita pelas polícias civis local e do Mato Grosso do Sul e pelo Departamento de Narcóticos (Denarc) de Cascavel (PR), com o apoio da Polícia Militar. O caminhão, que havia saído de de Amambai (MS), seguia para o Rio de Janeiro (RJ).
Os produtos estavam em um fundo falso do veículo, que possui placas de Londrina (PR). Segundo a Polícia Civil, foram apreendidos 4.619 quilos de maconha, 31 pistolas, mais de 17 mil munições e acessórios para armas.
Conforme a Polícia Militar, também foram localizados três fuzis 7.62, quatro fuzis 5.56 e duas metralhadoras de calibre .50 equipadas com lunetas.
O Denarc de Cascavel informou à Polícia Civil de Teodoro Sampaio que o caminhão passaria pela cidade. Equipes da corporação realizaram a abordagem ao veículo na Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), na entrada da cidade, segundo a Polícia Civil.
De acordo com as informações da Polícia Militar, em vistoria no caminhão, que estava com sua carroceria de tanque de combustível vazia, houve a suspeita de paredes falsas, sendo conduzido o veículo para a delegacia, onde foi solicitado apoio do Corpo de Bombeiros para abrir a lataria nos pontos suspeitos.
Após a abertura da lataria, foram encontrados os produtos. Conforme a PM, além dos fuzis e pistolas, também foram encontrados no veículo um revólver de calibre 38, 17.435 cartuchos de diversos calibres, entre .50, 5.56, 7.62 e 9 milímetos, .40; 25 seletores de rajadas, três carregadores do tipo caracol, sendo um de calibre 9 milímetos, um de duplo calibre 5.56 com capacidade para 100 cartuchos e outro simples de calibre 5.56 com capacidade para 45 cartuchos; 20 carregadores das armas .50, 7.62, e 5.56; 22 frascos de lança-perfume; e a carga de maconha.
O motorista de 54 anos, que conduzia o caminhão, é de Cascavel (PR) e foi preso em flagrante por tráfico de drogas e posse de arma de fogo de uso restrito, segundo a Polícia Civil. Após prestar depoimento na delegacia de Teodoro Sampaio, ele será encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá.
 Url da matéria: http://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/caminhao-com-carga-de-maconha-e-arsenal-e-apreendido-em-teodoro-sampaio.ghtml

domingo, 14 de maio de 2017

O Dia das Mães

O Dia das Mães é comemorado em todo segundo domingo de maio desde 1914. A história dessa data está relacionada com a figura de Anne Jarvis.

url da imagem: http://www.purabotanica.com/wp-content/uploads/2015/04/ann-reeves-jarvis-program-cover-wvrhc.jpg
Por Me. Cláudio Fernandes
É comum, no mundo contemporâneo, a comemoração do Dia das Mães em todo segundo domingo de maio. Essa data já se tornou sinônimo de afeto, carinho, consideração pelas genitoras e também símbolo de consumismo. A despeito do viés mercadológico, o Dia das Mães é uma data de singular importância para o mundo ocidental, sobretudo por reforçar os vínculos familiares. Mas como o segundo domingo de maio passou a ser considerado, mundialmente, como o Dia das Mães?

Desde a Idade Antiga há relatos de rituais e festivais em torno de figuras mitológicas maternas e de fenômenos como a fertilidade. Na Idade Média, havia também muitas referências a respeito da figura da Mãe, sobretudo o simbolismo judaico-cristão com as figuras de Eva e Maria. Mas foi apenas no início do século XX que as mães passaram a ter um dia oficial para serem homenageadas. A escolha da data (todo segundo domingo de maio) remete à história da americana Anna Jarvis.

Anna Jarvis perdeu sua mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, em maio de 1905, na cidade de Grafton, no estado da Virgínia Ocidental, EUA. Com a morte da mãe, Anna, diante do sofrimento e da dor que sentiu, decidiu organizar com a ajuda de outras moças um dia especial para homenagear todas as mães e para ensinar as crianças a importância da figura materna.

Anna e suas amigas eram ligadas à Igreja Metodista da cidade mencionada acima. Em 10 de maio de 1908, o grupo de Anna conseguiu celebrar um culto em homenagem às mães na Igreja Metodista Andrews, em Grafton. A repercussão do tema do culto logo chamou atenção de líderes locais e do então governador do estado de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock. Glassock definiu a data de 26 de abril de 1910 como o dia oficial de comemoração em homenagem às mães.

Logo a repercussão da celebração oficial em âmbito estadual alastrou-se para outras regiões dos Estados Unidos e foi adotada também por outros governadores. Por fim, no ano de 1914, o então presidente dos EUA, Woodrow Wilson, propôs que o dia nacional das mães fosse comemorado em todo segundo domingo de maio. O importante a ser mencionado é que a decisão de Wilson foi tomada a partir de sugestão da própria Anna Jarvis, que ficou internacionalmente conhecida como patrona do Dia das Mães.

No caso do Brasil, o Dia das Mães foi comemorado pela primeira vez em 12 de maio de 1918, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre. Em outros lugares, houve também outros focos de comemoração de mesmo teor, geralmente associados a instituições religiosas. Mas foi somente em 1932, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, que o Dia das Mães passou a ser celebrado segundo o molde dos Estados Unidos, isto é, em todo segundo domingo do mês de maio.
Fonte: Brasil Escola (http://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-das-maes.htm)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Guilherme Longo foi preso ao negociar trabalho pelo WhatsApp

Padrasto acusado de matar o menino Joaquim estava na Espanha; reportagem do Fantástico, da Rede Globo, localizou o seu paradeiro

Guilherme Longo foi rendido por policiais espanhóis (Foto: Reprodução / TV Globo)
Uma reportagem exibida no último domingo (30) pelo Fantástico, da Rede Globo, mostrou como foi a localização de Guilherme Longo, de 32 anos, na Espanha. Ele é acusado de matar o enteado Joaquim Ponte Marques, 3, em 2013, em Ribeirão Preto.
O produtor do programa Evandro Siqueira mostrou um albergue, em Barcelona, onde Guilherme dormiu pelo menos por quatro noites. Ele estava com documentos falsos, de acordo com o que apurou.
Uma mulher que mora no Chile ligou para o pai de Joaquim, Arthur Paes, após ver uma página de uma rede social crida por ele para divulgar que Guilherme estava foragido.
A mulher mandou duas fotos do padrasto na Espanha e disse sobre a moradia de Guilherme no albergue em Barcelona, e que ele estaria utilizando um nome falso. Até uma página em uma rede social foi criada com o falso nome.
Segundo a reportagem, a mulher também disse que Guilherme teria confessado o crime a um amigo americano dela, que foi quem fez a denúncia.
“Ele chegou a mostrar o site com a foto do caso para o meu amigo”, disse a mulher.
Uma funcionária do albergue, voltado para receber turistas, disse que Guilherme havia comentado que estaria procurando emprego em bares e restaurantes daquela região, próxima ao Arco do Triunfo.
Guilherme chegou a distribuir currículos com o nome falso em que dizia ser “uma pessoa responsável”, e deixou o número de um telefone móvel. O padrasto utilizava o nome do primo Gustavo Triani, que negou qualquer envolvimento.

O encontro

O produtor do programa se passou por comerciante, ofereceu emprego e marcou um encontro com Guilherme por meio de um aplicativo de mensagens. No dia 25 de abril, Guilherme foi encontrado. Porém, o produtor resolveu cancelar o encontro, que ocorreria próximo ao Arco do Triunfo.
Por questões éticas, o programa Fantástico resolveu comunicar a Interpol no Brasil, que pediu para que o nome de Guilherme fosse colocado na Difusão Vermelha a fim de que a prisão pudesse ocorrer em território espanhol.
Um novo encontro foi marcado na quinta-feira (27), no mesmo local onde o primeiro havia sido combinado. Guilherme, então, foi preso por policiais espanhóis.
Ele foi rendido e deitado na calçada e dizia no momento da abordagem policial: “Calma, aí, Calma, aí. Que isso, mano”.
Guilherme deve aguardar na Espanha o fim do processo de extradição, que pode durar até um ano.
O advogado de defesa de Guilherme, Antonio Carlos de Oliveira, disse ao Fantástico que não há provas contra o seu cliente sobre o assassinato de Joaquim.
O pai de Joaquim chorou ao saber da prisão, que foi comemorada com o advogado dele, Alexandre Durante.

Fuga

Guilherme ficou preso por dois anos, mas o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) mandou soltá-lo para que esperasse o julgamento em liberdade. Entre as regras estabelecidas, Guilherme não podia deixar Ribeirão sem autorização judicial, deveria ficar em casa entre 22h e 6h e podia sair somente para ir ao trabalho.
Em setembro de 2016, após ter confessado o crime em uma entrevista para a TV Record e deixar uma carta para a família, a Justiça decretou novamente a prisão do acusado, mas ele fugiu.
url da matéria: https://www.acidadeon.com/ribeiraopreto/cotidiano/cidades/NOT,2,2,1243416,Guilherme+Longo+foi+preso+ao+negociar+trabalho+pelo+WhatsApp.aspx

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Dia do Trabalho

História do Dia do Trabalho

Fonte da imagem: Internet

O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.

A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.

Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.

Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.

Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.

Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:

- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)

- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.
 url da matéria: http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2011/04/historia-do-dia-do-trabalho-1 

terça-feira, 25 de abril de 2017

Três suspeitos do maior assalto já registrado no Paraguai morrem

Bandidos levaram o equivalente a R$ 120 milhões.

Três suspeitos morreram em confronto com policiais brasileiros.


Três suspeitos de participar do maior assalto da história do Paraguai morreram na tarde desta segunda-feira (24) em confronto com policiais brasileiros. No ataque a uma transportadora de valores, os bandidos levaram o equivalente a R$ 120 milhões.
Depois de 11 horas de buscas, policiais localizaram em São Miguel do Iguaçu, na fronteira com o Paraguai, alguns dos suspeitos do assalto milionário.
Os moradores ficaram no meio da ação policial. Para escapar do cerco, os bandidos chegaram a roubar uma viatura da PM. A 40 quilômetros dali, em Itaipulândia, a situação também ficou tensa.
Três suspeitos morreram nesta segunda em confrontos com a polícia. Outros dois ficaram feridos e foram presos. Os reféns foram libertados. A polícia apreendeu veículos blindados, armas e explosivos.
O ministro do Interior do Paraguai falou sobre o roubo.
Segundo com a Polícia Federal, o assalto teve características parecidas com ações criminosas de 2016 em Campinas e também em Ribeirão Preto.
“Esse é um roubo que precisa de um grande planejamento. Já aconteceu fatos similares no Brasil, no interior de São Paulo, ataques a empresas de proteção de valores com grupos fortemente armados”, disse Fabiano Bordignon, delegado da Polícia Federal.
Ciudad do Leste e Este e Foz do Iguaçu estão divididas apenas pela Ponte de Amizade. A empresa de valores assaltada está numa avenida central da cidade paraguaia, a quatro quilômetros do Brasil.
Durante a madrugada, os bandidos colocaram fogo em 13 carros em Ciudad del Este para despistar os policiais. Só depois eles assaltaram a transportadora de valores.
A polícia paraguaia informou a princípio que US$ 40 milhões foram levados, o equivalente a R$ 120 milhões.
Um policial paraguaio que tentou parar os bandidos foi morto. O tiroteio e as explosões assustaram os moradores.
Numa imagem, uma das viaturas da polícia paraguaia é alvo dos assaltantes. Os pontos em verde na lataria do carro são a mira a laser da arma dos bandidos.
Para conseguir entrar na transportadora, os assaltantes explodiram pelo menos dez bombas e outras cinco não foram detonadas, de acordo com a polícia paraguaia.
Foi um ataque forte, tanto que a parede da frente do segundo andar não resistiu e foi parar na rua.
As explosões atingiram também as casas vizinhas. Os bandidos subiram no telhado da casa da dona Angelina.
Url da matéria: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/04/tres-suspeitos-do-maior-assalto-ja-registrado-no-paraguai-morrem.html

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Attaque à Paris : ce que l'on sait de l'enquête

Ce vendredi, l'enquête se poursuit après l'attaque jeudi soir sur les Champs-Elysées, où un policier a été tué et deux autres blessés.

Des policiers, ce vendredi sur les Champs-Elysées © AFP / Philippe Lopez

Les forces de l'ordre continuent leurs investigations ce vendredi, au lendemain de l'attaque qui a fait un mort et deux blessés dans les rangs de la police jeudi soir sur les Champs-Elysées.
Que s'est-il passé ?
Le faits se sont produits vers 21h, jeudi soir. Sur les Champs-Elysées, des touristes font les courses dans les magasins ouverts le soir, d'autres dînent dans des brasseries. Quant aux policiers, chargés depuis des mois de sécuriser la plus célèbre avenue du monde, ils sont visibles dans leurs fourgons. Ce sont eux qui sont pris pour cible : "Un monsieur est arrivé en Audi A80, s'est garé derrière le camion. On a entendu des coups de feu, on croyait que c'étaient des pétards : il tirait sur la police, en fait", raconte un témoin.
L'agresseur utilise une arme automatique de type kalachnikov. Il tue un policier, en blesse sérieusement deux autres, et tente de s'enfuir en courant. Les policiers ripostent, et l'assaillant est abattu. Le quartier est alors bouclé, parce que les forces de l'ordre ignorent alors si l'homme a agi seul ou non, et si sa voiture est piégée ou pas.
Qui est l'auteur de l'attaque ?
L'assaillant a été identifié comme Karim Cheurfi, 39 ans, né à Livry-Gargan (Seine Saint Denis). L'homme a un profil de délinquant récidiviste : en 2005, il a été condamné à 15 ans de prison pour tentative d'homicide sur des policiers. Les faits remontent alors en 2001 : lors d'une garde à vue après des violences contre un gardien de la paix, il parvient à dérober l'arme d'un policier et tire.
Incarcéré depuis 2001, il est à nouveau condamné en 2008 et 2009 pour des violences commises en détention. En 2013, après 12 ans passés en prison, il bénéficie d'une liberté conditionnelle. Mais celle-ci est révoquée en 2014 après une nouvelle condamnation pour un cambriolage. Il sort à nouveau de prison en octobre 2015, sous le coup d'un sursis avec mise à l’épreuve.
Surtout, il y a à peine deux mois, le 23 février dernier, il menace à nouveau de s'en prendre à des policiers : il est interpellé et placé en garde à vue. Mais les éléments contre lui sont insuffisants, et il est relâché. Le parquet de Paris ouvre dans la foulée une enquête pour entreprise terroriste individuelle. Mais celle ci n'a pas abouti avant son passage à l'acte.
Est-il lié au groupe Etat Islamique ?
L'homme n'était pas "fiché S", mais il était suivi par la Direction générale de la sécurité intérieure. A ce stade, sa radicalisation ne fait aucun doute, selon le parquet de Paris, qui évoque une référence à "Daech" dans un mot manuscrit retrouvé sur les lieux du crime.
Mais la revendication de l'attentat, diffusée très rapidement jeudi soir par le groupe terroriste, a semé le trouble. Elle fait référence à un certain Abou Youssef Al Baljiki, surnommé "Youssef le Belge". Un nom et une nationalité qui ne collent pas avec Karim Cheurfi. Cette revendication utilise aussi en arabe le mot muqatil ("combattant") qui signifierait que l'homme a pu avoir pris par déjà à des combats sur le terrain.
Cette revendication intervient alors que les services de polices sont aussi sur un signalement venu de Belgique, d'Anvers. Un signalement non pas lié aux questions de terrorisme mais à du grand banditisme. Des armes, des cagoules et un billet de train vers Paris ont été retrouvés chez lui jeudi matin. Mais l'homme en question s'est ce vendredi matin présenté dans un commissariat d'Anvers. Ce n'est donc pas l'assaillant.
Plusieurs questions tournent autour de cette revendication : d'une part, Karim Cheurfi a-t-il agi sur des ordres venant de Daech ou était-il un tueur solitaire ? Jusqu'à présent, le groupe Etat Islamique n'a jamais revendiqué de façon opportuniste un attentat. D'autre part, cette revendication est-elle une erreur ? Un leurre destiné à désorienter les enquêteurs ? Très peu probable, jugent unanimement les spécialistes contactés ce vendredi.
Qui est Abou Youssef el Belgiki dont le groupe Etat islamique était visiblement prêt à revendiquer l'action ? S'agit il d'un autre homme toujours dans la nature et qui avait prévu de passer à l'acte lui aussi ou serait sur le point de le faire ? Une question qui amène les enquêteurs à examiner avec prudence et inquiétude cette revendication.
Karim Cheurfi a-t-il agi seul ?
Des perquisitions ont eu lieu vendredi matin en Seine-et-Marne où vivait Karim Cheurfi. Trois personnes ont été placées en garde à vue. Les enquêteurs cherchent ainsi à identifier d'éventuels complices, ou des soutiens logistiques, comme la fourniture d'armes, puisque l'assaillant a attaqué à l'aide d'un fusil d'assaut, qu'un fusil à pompe et plusieurs armes blanches ont été retrouvés dans sa voiture.
url: https://www.franceinter.fr/justice/attaque-a-paris-ce-que-l-on-sait-de-l-enquete

21 de abril - Dia das Polícias Civis e Militares


Imagens: internet e arquivo pessoal - Edição: Israel P. Coutinho

DECRETO-LEI Nº 9.208, DE 29 DE ABRIL DE 1946

Institui o Dia das Policias Civis e Militares, que será comemorado a 21 de abril.

O Presidente da República,

    Considerando que entre os grandes da história pátria que se empenharam pela manutenção da ordem interna, a vulta a figura heróica de Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes) o qual, anteriormente aos acontecimentos que foram base de nossa Independência, prestara à segurança pública, quer na esfera militar quer na vida civil, patrióticos serviços assinalados em documentos do tempo e de indubitável autenticidade;
    Considerando que a ação do indômito protomártir da Independência, como o soldado da Lei e da Ordem, deve constituir um paradigma para os que hoje exercem funções de defesa da segurança pública, como sejam as polícias civis e militares, às quais incumbe a manutenção da ordem e resguardo das instituições:
    Usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição,
DECRETA:   
    Artigo único. Fica instituído o Dia das Polícias Civis e Militares que será, comemorado todos os anos a 21 de Abril, data em que as referidas corporações em todo o país realizarão comemorações cívicas que terão como patrono o grande vulto da Inconfidência Mineira.

Rio de Janeiro, 29 de Abril de 1946, 125º da Independência e 58º da República.

EURICO G. DUTRA
Carlos Coimbra da Luz.

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União - Seção 1 de 02/05/1946
Publicação:
Diário Oficial da União - Seção 1 - 2/5/1946, Página 6551 (Publicação Original)

quinta-feira, 20 de abril de 2017

18th anniversary of Columbine High School Massacre

Remembering Columbine, 18 years later


The Columbine High School massacre was a school shooting that occurred on April 20, 1999, at Columbine High School in Columbine, an unincorporated area of Jefferson County in the American state of Colorado. In addition to the shootings, the complex and highly planned attack involved a fire bomb to divert firefighters, propane tanks converted to bombs placed in the cafeteria, 99 explosive devices, and carbombs. The perpetrators, senior students Eric Harris and Dylan Klebold, murdered 12 students and one teacher. They injured 21 additional people, and three more were injured while attempting to escape the school. The pair subsequently committed suicide.
Although their precise motives remain unclear, the personal journals of the perpetrators document that they wished their actions to rival the Oklahoma City bombing and other deadly incidents in the United States in the 1990s. The attack has been referred to by USA Today as a "suicidal attack [that was] planned as a grand—if badly implemented—terrorist bombing." The massacre has been reported as "the deadliest high school shooting in US history."
The massacre sparked debate over gun control laws, high school cliques, subcultures, and bullying. It resulted in an increased emphasis on school security with zero tolerance policies, and a moral panic over goth culture, gun culture, social outcasts (even though the perpetrators were not considered outcasts), the use of pharmaceutical anti-depressants by teenagers, teenage Internet use, and violence in video games.
url: https://en.wikipedia.org/wiki/Columbine_High_School_massacre